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Pedro Guerra e a CMTV

Em plena crise dos e-mails, o comentador do Benfica ataca o jornalismo livre da televisão do Correio da Manhã, onde se estreou e de onde saiu porque tinha um cargo incompatível na BTV.
16 de junho de 2017 às 07:00
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Pedro Guerra e a CMTV
Foto: Cofina Media

Pedro Guerra é um comunicador enérgico, que desenvolveu uma personalidade televisiva inconfundível. O percurso como comentador começou em 2013, na CMTV, com Paulo Andrade, Octávio Machado e o ex-árbitro Jorge Coroado.

Guerra protagonizou grandes duelos televisivos, sobretudo com Coroado, em redor do Apito Dourado. Apesar disso, e porque um canal não se faz só de audiências, Guerra teve de sair da CMTV.

A determinado ponto, chegou ao conhecimento da direcção do CM e da CMTV que Pedro Guerra tinha sido investido no cargo de director-geral de Conteúdos da BTV, facto que desconhecíamos e para o qual não tínhamos sido alertados.

Considerámos que um cargo de responsabilidade numa televisão concorrente, ainda por cima vinculada a um clube, era incompatível com o lugar de comentador-representante desse mesmo clube na CMTV. Foi o que, pessoalmente, lhe transmiti numa conversa, que aconteceu (refiro-o, para evitar problemas de memória) num café que existe no edifício do Correio da Manhã.

A presença regular de Guerra na CMTV terminou nessa altura, sem embargo de alguns convites pontuais. Desde então, ele passou a ser um problema de Luís Filipe Vieira e do Benfica. Agora, em plena crise dos e-mails, Guerra tenta afastar a pressão que o submerge através de ataques à CMTV e com tentativas de reescrever a história da sua saída da estação líder do cabo.

A crítica ao jornalismo livre é normal em personalidades como Pedro Guerra. Já a reescrita da história só se justifica com nova falha de memória, algo que, pelos vistos, o ataca frequentemente. 

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