A alma dos mortos

Não é assim tão rara a existência de progenitores que matam os filhos. É um acontecimento trágico que perturba a comunidade.

O voto em Bolsonaro

A corrupção que era, e continua a ser, parte do sangue do poder.

O helicóptero

Escutamos os governantes que adoçam a coisa. Os especialistas que lhe metem acidez. Ficamos a saber tudo sobre helicópteros e regras (não cumpridas) de Protecção Civil comodamente revoltados no sofá.

O motim

Ser carcereiro deve ser uma das piores profissões do mundo. Ainda por cima muito mal pagos. No caso português, mal pagos, com falta de efectivos, e sem expectativa. O crime dos guardas prisionais é a sua profissão.

Dinheiro e Justiça

O Orçamento de Estado tornou-se numa tonta novela, no que respeita à sua discussão.

A velha história

Há responsáveis na tragédia de Borba: o ministèrio da Economia, que licenciou, não fiscalizou, não controlou e permitiu que a avidez do empresário levasse a eito a ganãncia da exploração; as câmaras municipais.

Espanto

A ser verdade esta história, Bruno de Carvalho, que ainda não há um ano era o pastor maior de um rebanho de servos acríticos, é o exemplar único que a história do desporto vai mostrar como o maior inimigo do Sporting.

A cidade e o crime

Em cada quatro crimes que acontecem, dois são cometidos na metrópole de Lisboa, um na do Porto, restando apenas um para o resto do País.

O voto em Bolsonaro

Com frases tão assertivas como ‘prefiro ter as prisões cheias de bandidos do que cemitérios cheios de vítimas’. Este é o segredo da vitória de um homem menor, de um político medíocre contra as ignorantes élites brasileiras. E já agora contra as portuguesas.