Francisco Moita Flores
Francisco Moita Flores Piquete de Polícia

A cidade e o crime

Em cada quatro crimes que acontecem, dois são cometidos na metrópole de Lisboa, um na do Porto, restando apenas um para o resto do País.

O voto em Bolsonaro

Com frases tão assertivas como ‘prefiro ter as prisões cheias de bandidos do que cemitérios cheios de vítimas’. Este é o segredo da vitória de um homem menor, de um político medíocre contra as ignorantes élites brasileiras. E já agora contra as portuguesas.

Cibersegurança

As redes sociais tornaram-se num pântano de mentiras e ‘fake news’ instrumentalizadas e manipuladas para interesse político, manipulação de opinião e, até, decisão de voto.

Caldo avinagrado

As redes sociais não são más porque nelas lemos, e vemos, palavras ordinárias, frases ainda mais reles, porque o insulto tem rédea solta. Pelo contrário. São uma poderosa fonte de liberdade.

Dezassete anos depois

Foi a agonia e morte das Torres Gémeas, onde o psicodrama foi mais intenso, que ficou na memória de todos quantos assistiram ao desenrolar da barbárie. E, desde então, o mundo não voltou a ser igual.

Violações

No Seixal, um indivíduo adulto, com quase quarenta anos, raptou e violou uma criança que brincava num parque infantil. Leia a crónica de Francisco Moita Flores.

Igreja e pedofilia

Um escândalo que se multiplica por vários países, sendo dos Estados Unidos que chegam às notícias mais alarmantes, tendo o cardeal McGarrrick apontado como um predador sexual compulsivo.

Há mar e mar

Basta o calor chegar com força e o desejo de temperaturas mais amenas leva às praias milhares de veraneantes. Alguns mais distraídos, outros mais imprudentes tratam as águas com negligência, não sabendo das armadilhas e traições que nelas se escondem.

Boas Férias

Por esta altura do ano, invariavelmente, regresso ao tema das férias.

Tancos, outra vez

O furto de armas em Tancos fez estragos na estrutura militar, levantou forte polémica, obrigou generais a explicarem-se, outros a demitirem-se, e a um ministro da Defesa, sem jeito para a função, justificar o injustificável.

Os sportingados

Este Mundial, disputado com o mesmo entusiasmo, coincide com a crise mais medonha que atravessa o clube que mais jogadores fornece à Seleção Nacional: o Sporting. A criatura insultou e agora pode limpar as mãos à consciência.

Sporting em cacos

Aquilo que se passa em Alvalade é, tão só, a micro-manifestação da construção de uma organização totalitária. Ficar-lhe indiferente, é abrir as portas a aventuras bem mais perigosas.

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