Francisco Moita Flores
Francisco Moita Flores Piquete de polícia

As vítimas e a lei

A Assembleia da República, com carácter excepcional, devia aceitar legislar no sentido de escutas, gravações de voz, gravações de imagem fossem consideradas legítimas para provar uma naipe de crimes que vão do assédio, à violência doméstica, passando pelos crimes sexuais.

A alma dos mortos

Não é assim tão rara a existência de progenitores que matam os filhos. É um acontecimento trágico que perturba a comunidade.

O helicóptero

Escutamos os governantes que adoçam a coisa. Os especialistas que lhe metem acidez. Ficamos a saber tudo sobre helicópteros e regras (não cumpridas) de Protecção Civil comodamente revoltados no sofá.

O motim

Ser carcereiro deve ser uma das piores profissões do mundo. Ainda por cima muito mal pagos. No caso português, mal pagos, com falta de efectivos, e sem expectativa. O crime dos guardas prisionais é a sua profissão.

Dinheiro e Justiça

O Orçamento de Estado tornou-se numa tonta novela, no que respeita à sua discussão.

A velha história

Há responsáveis na tragédia de Borba: o ministèrio da Economia, que licenciou, não fiscalizou, não controlou e permitiu que a avidez do empresário levasse a eito a ganãncia da exploração; as câmaras municipais.

Espanto

A ser verdade esta história, Bruno de Carvalho, que ainda não há um ano era o pastor maior de um rebanho de servos acríticos, é o exemplar único que a história do desporto vai mostrar como o maior inimigo do Sporting.

A cidade e o crime

Em cada quatro crimes que acontecem, dois são cometidos na metrópole de Lisboa, um na do Porto, restando apenas um para o resto do País.

O voto em Bolsonaro

Com frases tão assertivas como ‘prefiro ter as prisões cheias de bandidos do que cemitérios cheios de vítimas’. Este é o segredo da vitória de um homem menor, de um político medíocre contra as ignorantes élites brasileiras. E já agora contra as portuguesas.

Cibersegurança

As redes sociais tornaram-se num pântano de mentiras e ‘fake news’ instrumentalizadas e manipuladas para interesse político, manipulação de opinião e, até, decisão de voto.

Caldo avinagrado

As redes sociais não são más porque nelas lemos, e vemos, palavras ordinárias, frases ainda mais reles, porque o insulto tem rédea solta. Pelo contrário. São uma poderosa fonte de liberdade.

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