Paulo Abreu
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Desastre fatal

A nova novela da TVI, 'Na Corda Bamba', confirma o pior dos cenários: nada do que passa na estação de Queluz de Baixo reúne a preferência dos portugueses.
21 de setembro de 2019 às 07:00
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Desastre fatal
Foto: D.R.
1. A esperança era muita em Queluz de Baixo com a nova novela, 'Na Corda Bamba', mas os dois primeiros episódios vieram confirmar que, neste momento, a TVI até pode colocar no ar o melhor produto do mundo – o que não é aqui o caso –, seja ele de informação, entretenimento ou ficção, que a maioria dos portugueses está sintonizada na SIC. Mas pode ser que o autor, Rui Vilhena, e o seu elenco de luxo, como Dalila Carmo, Pêpê Rapazote, Margarida Vila-Nova ou Maria Emília Correia, ainda consigam uma gracinha numa estação à beira do caos. 

Para já, contas feitas, a estreia de 'Na Corda Bamba', no último domingo, 15, foi a pior da última década na TVI, com 932 700 espectadores – à mesma hora, nesse dia, só para termos uma ideia da desgraça que assola em Queluz de Baixo, 'Golpe de Sorte' teve mais 370 mil espectadores. Pior: na segunda-feira, 16, ou seja, de um dia para o outro, a história perdeu 197 mil espectadores.         

2. Gosto de ver César Mourão em 'Terra Nossa' aos sábados à noite, na SIC. O programa é leve e boa onda. Mas às vezes traz-nos outras (boas) coisas, como aconteceu no último episódio. Em Paris, o humorista deu-nos a conhecer vários portugueses, velhos e novos, homens e mulheres, ricos, pobres e remediados, e mostrou-nos ainda, sempre com os emigrantes de sorriso no rosto, a vida dura que já tiveram. A fazer rir, quase nos fazia chorar. Tirando alguns excessos do ator, bem evitáveis, sou fã do seu trabalho neste formato.

3. Segunda-feira, dia 16. RTP1, SIC e TVI fazem um barulho tremendo à volta da entrevista ao futuro primeiro-ministro de Portugal – é verdade, ainda não votámos e já sabemos que o próximo chefe de Governo é António Costa ou Rio. Como já calculava, detestei o formato. Termos Maria Flor Pedroso, Clara de Sousa e José Alberto Carvalho em estúdio a fazer perguntas e a moderar este duelo político não esclarece ninguém, por mais que os três jornalistas tivessem a lição bem estudada. Para mim, uma entrevista é um frente a frente. Olhos nos olhos. Jornalista e entrevistado. E por isso não me enganei quando, no mesmo dia e praticamente à mesma hora, mudei de canal. Preferi ficar a ver Jerónimo de Sousa e Octávio Ribeiro, na CMTV.

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