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THE MAG - THE WEEKLY MAGAZINE BY FLASH!

Afinal, sempre é a madrasta má? Como Camilla se move nos bastidores para afastar William e Harry da coroa

Quem é a nova rainha de Inglaterra? É garantidamente uma mulher enigmática, ambígua, pouco transparente, muito reservada e que não deixa transparecer quase nada do que lhe vai na alma. Também considerada rancorosa e manipuladora, a mulher de Carlos III estará a fazer de tudo para prejudicar os enteados. Saiba quais as razões que estarão por trás da estratégia daquela que de amante se tornou rainha.
Ana Cristina Esteveira
Ana Cristina Esteveira
16 de março de 2023 às 23:29
Tem de ser! Veja como o príncipe Carlos continua a proteger os dois filhos
Príncipe Carlos com os filhos
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A dois meses da coroação de Carlos III de Inglaterra, que será no dia 6 de maio na Abadia de Westminster, em Londres, rebenta um novo escândalo a envolver o nome de Camilla Parker-Bowles. Em Inglaterra circulam notícias de que a nova rainha estará a mexer todos os cordelinhos para impedir que Harry e Meghan Markle marquem presença na cerimónia. Mas caso não consiga os seus intentos – pois a ida do casal não está dependente da sua vontade – a mulher do novo monarca está decidida a não permitir que Archie e Lilibet Diana acompanhem os pais neste momento tão importante para a monarquia britânica.  

A seu favor Camilla tem as regras do protocolo real, pois de acordo com o ‘Daily Mail’, as duas crianças – que apesar de serem netas de Carlos – não receberam convites oficiais devido à tenra idade. O menino, e muito menos a menina, tem idade para assistir a uma cerimónia tão longa e solene. Assim, caso os duques de Sussex acabem por aceitar o convite de Carlos III, é ponto assente que as crianças não estarão na abadia.  Mas onde está aqui a polémica? A verdade é que a exclusão dos filhos de Harry e Meghan suscitou uma onda de críticas, uma vez que é certo que os cinco netos de Camilla Parker-Bowles receberam convites para a cerimónia. Há mais: todos eles terão um papel a desempenhar na coroação. A rainha pouco se importou com a tradição e com o protocolo real ao exigir que Lola (de 15 anos), Eliza (15), Freddy (13) e os gémeos Louis e Gus (13) segurem o dossel quando for ungida com óleo sagrado de mirra pelo arcebispo de Canterbury.

INSTIGAR CARLOS CONTRA OS FILHOS

Camilla aproveita a guerra que Harry abriu contra os Windsor para o afastar definitivamente da família. Ela faz de tudo para não ter o enteado, e a família deste, por perto. É verdade que o filho mais novo de Carlos é o principal responsável por este distanciamento. Distanciamento que se verifica agora ser muito conveniente à rainha.  Ela tem feito de tudo para instigar o marido contra o próprio filho e esta afronta de não convidar as duas crianças (que é quase garantido que mesmo que fossem convidadas não iriam) é só mais uma farpa vinda da madrasta.  Resta ainda realçar que Archie celebrará o seu 4º aniversário nesse mesmo dia, pelo que os duques (a aceitarem o convite para a coroação, voltamos a frisar) não poderão assinalar a data como gostariam.

E como é que é com os filhos de William e Kate Middleton? Será que George, de nove anos, Charlotte, que em maio já terá oito e Louis, que terá cinco, irão à abadia? Todos foram convidados e é provável que os príncipes de Gales levam os dois filhos mais velhos, pois o casal habituou o público a levar as crianças desde que eram bebés a praticamente quase todos eventos da casa real. Já em relação ao mais novo não há qualquer certeza, pois o pequeno príncipe é um menino muito irrequieto e é possível que fique em casa para que não se aborreça ao longo de uma cerimónia tão solene e demorada.

Camilla, cada vez mais rainha do povo… ou não!
camilla parker-bowles
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MANOBRA FEIA CONTRA OS PRÍNCIPES DE GALES

Mas se em relação à cerimónia, Camilla não teve poder para discriminar os filhos de Kate e William, diz-se que a rainha arranjou outra maneira de conseguir "dar um tiro no porta-aviões" contra os príncipes de Gales ao lançar para a imprensa a notícia de que o herdeiro do trono de Inglaterra estava a trair a mulher com a aristocrata Rose Hanbury. Um rumor veiculado pelos jornais e que tanta tinta tem feito correr por Terras de Sua Majestade. Diz-se que William terá celebrado o Dia de São Valentim, a 14 de fevereiro, com a amante. Recentemente, foi então revelado quem terá sido a responsável por estas notícias, ou seja, a delatora: a mulher de Carlos III.

A razão por trás desta feia "manobra" contra os duques de Gale – que se sabe agora que teria partido do gabinete de comunicação da rainha - estará a intenção de Camilla querer que os filhos tenham cada vez mais importância na organização monárquica. Dizem que os tabloides britânicos que o sonho da mulher de Carlos III que enfim conseguiu chegar onde sempre considerou ser o seu lugar, acalenta o sonho de ver Tom Parker-Bowles a ter um papel de destaque na hierarquia. A sua maior aspiração é que ele um dia fosse rei. É algo quase irreal de acontecer, mas os sonhos ainda são livres. Mesmo perante o absurdo de tudo isto, a rainha quer convencer o marido a alterar a linha de sucessão ao trono e inclua também os seus dois filhos: Tom e Laura. Há anos que este é o seu plano e há anos que ela prepara o terreno para que isso possa ser realidade. Para já, quer que os filhos tenham os seus próprios títulos nobiliárquicos e um dia mais tarde, quem sabe, sejam tratados por suas Altezas Reais. Essa sim, seria a grande e derradeira vingança contra Diana de Gales, a sua eterna rival.

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Instante insólito que envolveu a mulher do rei Carlos III ocorreu na cidade de Colchester.

UMA LONGA HISTÓRIA DE AMOR 

Mas até chegar a rainha, Camilla percorreu um longo e tortuoso caminho. Caminho esse que começou há 53 anos. "Sabe que a minha bisavó [Alice Keppel] e o seu tretavô [rei Eduardo VII] foram amantes?", esta terá sido a primeira frase que Camilla Parker-Bowles disse a Carlos quando se cruzaram pela primeira vez em 1970 numa partida de polo. Ela tinha então 23 anos quando conheceu o herdeiro da coroa, que na época era um dos solteiros mais cobiçados de toda a Europa. Grace Kelly, por exemplo, acalentava o sonho de o ver casado com a sua filha, a princesa Carolina. Mas o filho de Isabel II e do príncipe Philip de Edimburgo não se deixou encantar pela beleza da monegasca.


O seu coração ficou ocupado naquela partida de polo, mal os seus olhos pousaram em Camilla Parker Bowles. Ela, por sua vez, também não mais esqueceu o príncipe de Gales, pois ao que parece a química entre eles foi imediata. Não terá sido o título de Carlos que seduziu a jovem aristocrata, mas sim, perceber o quanto ele era a sua "alma gémea". Os dois tinham os mesmos gostos, os mesmos interesses intelectuais e desportivos. Identificaram-se sobremaneira e gostavam de conversar um com o outro. O entendimento entre eles era extraordinário. Começaram a encontrar-se amiúde como que revivendo a história de amor dos seus antepassados. Mas Carlos não se decidia e tardava em pedi-la em casamento. Além disso, os seus deveres do príncipe herdeiro acabaram por interromper esta esta tórrida relação amorosa. Carlos foi chamado a cumprir o serviço militar na Royal Navy e quando regressou a mulher por quem estava apaixonado já estava comprometida com outro homem: Andrew Parker Bowles. Com quem casou em 1973.

CASAMENTO DE TRAIÇÕES 

Mas este casamento não correu bem. Muitos biógrafos coincidem na opinião que a relação de 20 anos dos Parker Bowles ficou marcada por diversas traições. Para além de Camilla, que nunca esqueceu Carlos, também o marido terá mantido muitos casos extraconjugais com diferentes mulheres. A sua amizade com a princesa Ana, irmã do seu grande rival, também provocou muitos rumores e houve alguns tablóides que nem sequer hesitaram em insinuar a existência de "quadrado amoroso".

A verdade é que o casamento de Camilla não resistiu às traições e às especulações cada vez mais insidiosas. Especialmente, aquelas que começaram a ser lançadas pela princesa Diana, que, entretanto, era uma mulher amargurada e infeliz por perceber que o seu príncipe, o homem com quem se tinha casado, afinal gostava de outra mulher, que não ela. O fim do sonho de Lady Di, que acreditava que era a protagonista de um verdadeiro conto de fadas, é também o início do calvário que Camilla foi obrigada a percorrer durante várias décadas.

Camilla Parker-Bowles: de amante odiada a rainha consorte
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Passar a ser vista como "a amante" foi o pior que poderia acontecer à antiga duquesa da Cornualha. A rival de Diana teve que se resumir a um papel muito secundário. Foi prudente e discreta. Muito discreta, até. Percebeu o quanto era odiada e ficou consciente de que nunca conseguiria destronar a princesa de Gales no coração do povo. Fizesse o que fizesse, Diana sairia sempre vencedora nesta guerra. Seria sempre considerada a mais bonita. A mais elegante. A mais graciosa. A mais generosa. A mais benemérita. Enfim, seria sempre vista como a vítima e ela, Camilla, como a grande vilã. A "bruxa má" que destruiu um conto de fadas. Uma família. Mas para além da ira e do ódio do povo, a atual rainha consorte também teve de enfrentar a antipatia generalizada da família real. Isabel II, ainda que não gostasse de Diana, gostava ainda menos da amante do filho. A rainha sofreu com o divórcio de Carlos e não era o desfecho que ela desejava. Por isso, foi-lhe difícil aceitar a nova "nora".

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Visita dos reis britânicos a York ficou marcada por ação de protesto.

DE AMANTE A RAINHA 

Mas Carlos nunca virou costas à sua amada e ao amor que dura até aos dias de hoje. Numa atitude corajosa terá dito aos pais, a rainha Isabel e o príncipe Philip, que a relação com Camilla não era negociável. Enfrentou a própria família para defender a sua amante. Já havia desistido do amor lá atrás, no passado, aceitando casar com Diana, e não estava disposto a voltar a abdicar da sua felicidade. Apostou forte na convicção de que a mãe não lhe tiraria o trono se insistisse em manter-se ao lado de Camilla. E assim foi. Só que ela teve de se manter na retaguarda. Foi isso que a monarca exigiu e ela aceitou resignada a sua condição. E enquanto se mantinha longe dos olhares do mundo, na sombra, Diana exibia-se como se continuasse a ser a princesa de Gales, mesmo já divorciada de Carlos e a assumir novas relações.

E assim continuaria a ser caso Lady Di não tivesse sofrido aquele acidente de viação, em Paris, que lhe roubou a vida tão prematuramente e de uma forma tão trágica. Foi nesse tristemente memorável dia 31 de agosto de 1997 que se abriu o caminho de Camilla Parker Bowles. Lentamente, muito lentamente a duquesa da Cornualha começou a sair da sombra. Dois anos após a morte da mãe de William e Harry, Camilla apresentou-se pela primeira vez ao lado de Carlos. Como companhia informal, apenas. Seis anos mais tarde, ou seja, a 2005, casou com o herdeiro da coroa numa super discreta cerimónia, tal como Isabel II exigiu. Com o casamento recebeu o título de duquesa da Cornualha. O título de princesa de Gales, que pertenceu a Diana, não lhe foi dado. E aos poucos, pela sua atitude e postura, foi conseguindo cativar, primeiro, os mais próximos e, depois, o país. Foi inteligente e paciente e essa paciência ajudou-a a chegar a bom porto. Pouco antes de morrer Isabel II deixou um desejo: que Camilla recebesse o título de rainha consorte. E assim aconteceu. Camilla passou, aos 75 anos, de amante renegada a rainha consorte da mais importante monarquia do mundo.

 

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