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Descoberta

Foi revelado o verdadeiro rosto de Jesus Cristo. E nós mostramos-lhe!

Para um historiador bíblico "é a mais importante descoberta da História". Finalmente foram encontradas provas que dão a conhecer como era realmente Jesus Cristo.
Por Paula Martins Ferreira | 29 de março de 2017 às 17:41
Pintura de Jesus Cristo A gravura inscrita nesta moeda é do antigo rei de Edessa, Izas-Manu que, era afinal, Jesus Cristo, segundo o historiador britânico Para o historiador britânico esta será outra moeda com o rosto de Jesus Cristo Pintura de Cristo O historiador, Ralph Ellis, que fez estas descobertas Ralph Ellis
Como era realmente Jesus da Nazaré

Um reputado historiador bíblico acredita que Jesus Cristo e o antigo rei de Edessa, Izas-Manu, são a mesma pessoa.

Uma moeda bastante antiga, que mostra um homem de barbas com uma coroa de espinhos, pode ser o primeiro e único retrato de Jesus Cristo.

Até agora, acreditava-se que a pequena moeda de bronze mostrava a imagem do rei Manu, que dominou o reino de Edessa, sendo hoje o sudeste da Turquia. Mas após três décadas de pesquisas, um importante historiador bíblico acredita que Manu e Cristo foram a mesma pessoa.

Segundo o jornal 'The Sun', o historiador, Ralph Ellis, diz que a sua descoberta é "uma das mais importantes descobertas da história moderna."

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A gravura inscrita nesta moeda é do antigo rei de Edessa, Izas-Manu que, era afinal, Jesus Cristo, segundo o historiador britânico

Ellis diz estar convencido, "além de qualquer dúvida razoável", que o mesmo homem foi postumamente referido por dois nomes – 'Rei Izas Manu' e '(rei) Jesus Emmanuel'. Ele estudou a vida de ambos e afirma que tantas similaridades não podem ser uma coincidência.

Se este estiver certo, o retrato na moeda é de facto de Jesus Cristo.

Todas as descobertas de Ralph Ellis estão escritas no seu novo livro, 'Rei de Edessa', que será lançado esta semana em Inglaterra.

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Ralph Ellis

O autor, de 59 anos de idade, admite que as suas conclusões são contraditórias às tradicionais histórias de Cristo.

"Há muito poucas evidências que provam a existência real da figura de Jesus.", afirmou o historiador.

"Toda a minha vida tentei ligar pessoas e eventos da bíblia com a história que conhecemos e Jesus- a figura mais importante deste enredo- merece ser tirado para fora das sombras dos livros e brilhar", contou Ellis.

"Esta moeda é a cereja por cima do bolo, e pelo menos ajuda a construir um caso forte para a verdadeira identidade e genealogia de Jesus.", concluiu Ralph.

Muitos historiadores modernos acreditam que Jesus de Nazaré, também conhecido por Jesus Emanuel, realmente existiu e foi executado pelos romanos.

O livro da bíblia mostra Jesus como um pregador pacifista de uma província romana na Judeia, agora parte de Israel, que era chamado de 'Cristo' e 'Messias' pelos seus seguidores.

As Escrituras, dizem que ele foi crucificado por Pilatos, que ao elevar o seu nome como o 'rei dos judeus', temia levar o povo judeu à revolta.

Na sua pesquisa, Ellis sugere que Jesus era de fato o rei-guerreiro, 'Izas Manu de Edessa e Adiabena', também por vezes referido como 'Izates' e 'Monobazus II', que também tinha por objetivo libertar a Judeia e o seu povo do Império Romano.

Ele diz que sua hipótese explica todas as facetas da narrativa do cristianismo, incluindo alguns elementos que até então têm confundido eruditos tradicionais.

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O historiador, Ralph Ellis, que fez estas descobertas

O rei Izas Manu e Jesus Emanuel foram dois judeus, que nasceram em Nazaré e viveram na cidade de Jerusalém e ambos eram vistos como uma ameaça para os romanos, pois provocavam a revolta no povo judeu.

Apesar da morte de Izas Manu ser inconclusiva, Ellis acredita que ele estava entre os três líderes judaicos que foram crucificados pelos romanos, segundo Josephus Flavius, um historiador do século I.

Este acontecimento vai bastante ao encontro do que aconteceu com Jesus, que foi crucificado ao lado de mais dois homens, usando uma coroa de espinhos.

Em dezembro de 2016, o tumulo que se acredita ser o lugar onde Jesus foi enterrado foi aberto pela primeira vez em séculos.

Na véspera de Natal, multidões se juntaram para celebrar em Belém. 

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