Tal como todos os anos, Marcelo Rebelo de Sousa, de 68 anos, marcou presença na Feira de Solidariedade Rastrillo, dedicada à época natalícia, em que parte das receitas reverte a favor da Associação Novo Futuro, na quinta-feira, dia 23.
Assim que chegou ao Centro de Congressos de Lisboa, o "Presidente dos Afectos" não passou despercebido aos olhares dos populares que, rapidamente se apressou em cumprimentar.
Parou em todos os stands para saudar os colaboradores e até houve tempo para comprar um livro religioso, dedico ao Papa Francisco.
Entre compras e beijinhos, o Presidente da República revelou que compra apenas um presente nesta época festiva: "Os poucos presentes que compro, faço questão de o fazer aqui. Aliás, até porque na minha família temos a tradição de cada um dar apenas um presente a outro membro. Fazemos um sorteio durante um jantar, que vai ser dia 1", explica, dando conta porque é que tomaram esta iniciativa: "Adoptámos esse sistema porque a família está muito grande. Muitos sobrinhos, netos e não era possível cada um dar presentes a todos."
A querer aproveitar esta ocasião para comprar o tal presente, Marcelo Rebelo de Sousa não teve uma tarefa fácil: "Hoje terei que comprar aqui o presente a pensar em quem é que me será sorteado e tem que ser uma coisa com muita imaginação. Não pode ser roupa. Poder ser livros, cd’s… Uma coisa que dê para homem e mulher". No entanto "a comida e os toalhões não contam" para esta somatório.
A CONSOADA E O DIA DE NATALO Natal do Presidente é em família e à mesa "somos muitos", revela. "Somos muitos mas depende de quem puder vir. Não sei se a minha sobrinha que está no Dubai pode vir com a filha e o marido,. Em prinicípio vem o meu sobrinho que está em Londres. Dos que estão cá alguns têm o problema "dos Silvas". Chamo Silvas aos cônjugyes, têm que alternar com as famílias deles", diz, divertido.
O Natal do Presidente é em família e à mesa "somos muitos", revela. "Somos muitos mas depende de quem puder vir. Não sei se a minha sobrinha que está no Dubai pode vir com a filha e o marido,. Em prinicípio vem o meu sobrinho que está em Londres. Dos que estão cá alguns têm o problema "dos Silvas". Chamo Silvas aos cônjugyes, têm que alternar com as famílias deles", diz, divertido.
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Marcelo despede-se dos netos no aeroporto
Se por um lado vai poder desfrutar da companhia dos quatro netos que vêm do Brasil, por outro não vai poder contar com o filho que está impossibilitado de viajar. "Os do Brasil vêm! Este ano vêm os 4 portugueses com a minha nora portuguesa. O meu filho não deve vir. Esteve cá agora há pouco tempo mas não vai conseguir vir", lamenta.Este ano o Natal será festejado "em casa de um dos seus dois irmão, algo que também vai ser decidido com o jantar de dia 1".
Mas se esta data é sempre passada em família, este ano Marcelo Rebelo de Sousa faz também questão de se dividir com os portugues, vítimas dos trágicos incêndios deste ano. "
Este ano o Natal será festejado "em casa de um dos seus dois irmão, algo que também vai ser decidido com o jantar de dia 1".
Mas se esta data é sempre passada em família, este ano Marcelo Rebelo de Sousa faz também questão de se dividir com os portugues, vítimas dos trágicos incêndios deste ano. "
Passamos a Consoada em família no dia 24. Parto a seguir a isso e dia 25 estou em Pedrógão. No dia 31 e 1 estarei na área ardida em Outubro. "O dia 25 vou estar em todas as áreas. Tenho o programa para Figueiró dos Vinhos, para Castanheira de Pêra e Pedrogão. Para dia 31 e 1 ainda estamos a fixar porque são muito municípios, em quais é que vamos estar", revela.
O PRESENTE DESEJADO E A FALTA DE JEITO PARA A COZINHA
Contas feitas, o Presidente também terá apenas uma prenda de Natal por parte da família, tal como a tradição manda. No entanto, se Marcelo Rebelo de Sousa pudesse pedir um presente, não tem dúvidas do que seria. "O melhor presente que me podiam dar era a garantia de que para o ano não havia tragédias como estas. Se alguém me conseguisse garantir que não havia estas tragédias e seca, mas não sei se alguém me pode dar por antecipação."
Revelando-se guloso, o chefe de Estado desvenda também que não resiste aos doces lá de casa. "Tenho várias doces de Natal que não dispenso. Gosto muito de bolo rei, pão-de-ló e rabanadas. Descontrolo-me um bocadinho. É fatal. Depois também há filhoses, fatias douradas… É fatal!". No entanto, confessa que cozinhar não é bem o seu forte: "Já vi fazer pão-de-ló mas confesso que não sou capaz de o fazer."