Quinze anos depois de terem trocado alianças num dos casamentos reais mais mediáticos do século, o príncipe Alberto II e a princesa Charlene celebram, neste preciso dia 2 de julho, as suas Bodas de Cristal. A data emblemática já está a inundar as redes sociais com homenagens de fãs, que recordam as imagens de um enlace que parou o principado.
No longínquo ano de 2011, as celebrações dividiram-se em dois momentos inesquecíveis. A 1 de julho, o casal uniu-se pelo civil na imponente Sala do Trono do Palácio Grimaldi, perante as irmãs do noivo, as princesas Carolina e Stéphanie. À saída, foram aclamados por uma multidão que agitava bandeiras da África do Sul, a terra natal de Charlène, que surpreendeu ao trocar o tradicional branco por um elegante fato de saia azul-bebé assinado pela prestigiada maison Chanel.
No dia seguinte, a 2 de julho, o Mónaco vestiu-se de gala para a sumptuosa cerimónia religiosa. Diante do Arcebispo Bernard Barsi, Charlene surgiu deslumbrante num vestido de alta-costura de Giorgio Armani, adornado com mais de 40 mil cristais, enquanto Alberto subia ao altar com o seu imponente uniforme militar branco.
Contudo, por detrás do protocolo, nem tudo foi um conto de fadas. O romance sempre foi considerado frágil e, dias antes do sim, correram rumores avassaladores de que a antiga nadadora olímpica teria tentado fugir do principado para cancelar o casamento – rumores tão intensos que obrigaram o palácio a emitir um desmentido oficial. Quinze anos e dois filhos depois – os gémeos Jacques e Gabriella, nascidos em 2014 –, Charlene continua a carregar o rótulo de "princesa triste", mas a verdade é que, contra todas as expectativas e teorias de rutura, o amor da rocha resiste ao teste do tempo.