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"Um pai pode perdoar. Um monarca, porém, tem de proteger a Coroa!" As reações ao encontro de Carlos III e o príncipe Harry

William não ficou indiferente ao encontro entre o pai e o irmão. Saiba o que pensa o príncipe de Gales sobre esta aproximação.
Por Ana Cristina Esteveira | 14 de julho de 2026 às 12:43
"Um pai pode perdoar. Um monarca, porém, tem de proteger a Coroa!" As reações ao encontro de Carlos III e o príncipe Harry
Príncipe Carlos, príncipe Harry
Rei Carlos e príncipe Harry
Rei Carlos com o príncipe Harry
Meghan Markle, príncipe Harry, príncipe Carlos
william, harry, guerras, meghan, carlos
Carlos e Harry de Inglaterra
príncipe Carlos Diana e William e Harry
Príncipe Carlos, príncipe Harry
Rei Carlos e príncipe Harry
Rei Carlos com o príncipe Harry
Meghan Markle, príncipe Harry, príncipe Carlos
william, harry, guerras, meghan, carlos
Carlos e Harry de Inglaterra
príncipe Carlos Diana e William e Harry

Depois de anos marcados por tensões e afastamento, Carlos III e Camilla reencontraram-se com Harry e Meghan na passada sexta-feira, 10 de julho, em Highgrove House. O encontro, o primeiro entre os dois casais desde 2022, permitiu ainda ao rei rever os netos, Archie e Lilibet. Já William, Kate e os filhos, George, Charlotte e Louis, não marcaram presença. Há anos que os príncipes de Gales não privam de perto com os duques de Sussex.

Apesar da aproximação entre Carlos III e Harry, William não deverá seguir o mesmo caminho. , o príncipe de Gales compreende que o pai, a lutar contra um cancro, tenha querido estar com o filho e os netos, mas continua sem intenção de fazer as pazes com o duque de Sussex.

A especialista em realeza Kinsey Schofield garante que William acredita que Harry ainda não recuperou a confiança da família e que, para o herdeiro ao trono, a prioridade continua a ser proteger a instituição monárquica.

Para William, a questão nunca foi Harry deixar de fazer parte da família, mas sim saber se é possível voltar a confiar nele. Um simples reencontro, defende a especialista Kinsey Schofield, não apaga os últimos seis anos de conflitos. "Um pai pode perdoar, mas um monarca tem de proteger a Coroa", sublinha, acrescentando que "marcar um encontro é fácil, mas reconstruir a confiança será um desafio muito maior".

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