Foi em março de 2014 que Gwyneth Paltrow e Chris Martin decidiriam colocar um fim à longa união, da qual nasceram os dois filhos, Apple e Moses. Na altura, a atriz e o vocalista dos Coldplay afirmavam que aquela era uma "separação consciente", termo que acabaria por ficar colado ao famoso divórcio.
Agora, mais de dez anos depois Paltrow explica exatamente o que isso quer dizer. Quando chegaram à conclusão de que já nada havia a fazer para salvar o casamento, a atriz e o cantor ponderaram, então, a melhor maneira de avançarem para o divórcio. E foram as conversas que tiveram com os amigos que cresceram com pais separados que acabariam por mudar tudo. “Eles disseram: ‘Não foi tanto o divórcio, porque és criança, a ideia parece terrível, mas habituas rapidamente", afirmou um amigo, acrescentando que o terrível é crescer no meio de uma batalha entre os pais. "Um dos exemplos era a de um pai que o deixava na entrada de casa. Um amigo disse-me: 'Era muito tenso nas minhas festas de aniversário. Os meus pais não fizeram uma refeição na mesma sala até à minha formatura da faculdade. E isso me causava muita dor".
Depois das muitas conversas que tiveram, Chris e Gwyneth Paltrow prometeram que, por maior que fossem as diferenças, eles iriam encontrar um ponto comum e uma harmonia em tudo o que estivesse relacionado com os filhos. Para a separação correr como o previsto, em muito ajudou o terapeuta a que os dois recorreram. "Chris e eu tínhamos um terapeuta que era realmente brilhante, e ele apresentou-nos esse conceito. Nós assumimos o compromisso de colocar as crianças em primeiro lugar. Ou seja, continuámos a ser família, mesmo que já não fossemos um casal."