Lewis Hamilton contou com um apoio muito especial no último Grande Prémio no Mónaco de Fórmula 1, o da sua mais recente namorada, a socialite norte-americana Kim Kardashian. Os rumores do relacionamento começaram no início do ano, mas a confirmação só aconteceu agora.
Mesmo sabendo do tumulto mediático que iria provocar, Kim Kardashian não deixou de viajar para o Mónaco para estar ao lado do namorado que terminou no segundo lugar do pódio. Um momento de felicidade que resultou num beijo apaixonado entre o casal. Enquanto Kim e Lewis se mostram cada vez mais felizes, há sinais que fazem adivinhar 'problemas no paraíso'.
A especialista em linguagem corporal, Judi James, numa entrevista ao jornal Daily Mail, apontou algumas características que podem ser consideradas tóxicas no relacionamento, e sugeriu ainda que o romance pode ser unilateral. A especialista observou que quando surgiu o beijo entre o casal, foi Kim que intensificou o momento. Judi explica a sua forma de análise: "Lewis inclinou-se para a beijar no lado do pescoço, mas ela intensificou ou elevou os sinais de paixão, pressionando o rosto firmemente contra o dele e inclinando a cabeça para a frente, apoiando-a no ombro dele, com uma expressão de felicidade".
Outro traço que foi bastante criticado foi a decisão de Hamilton ao despejar champanhe em cima da namorada, podendo mostrar a falta de cuidado. Judi explica que este gesto mostra que ele não se importou com o facto da socialite estar super produzida; revela ainda que pode ser um comportamento que "pretende mostrar quem manda ou querer rebaixá-la". Esta especialista em linguagem corporal, analisou ainda as fotografias do casal a beijarem-se e não tem dúvidas: é Kim "mais uma vez que mostrou sinais de dedicação e possessão ao passar os braços à volta do pescoço de Lewis".