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A vida de Cláudio Ramos já deu muitas voltas, na televisão já fez um pouco de tudo e mesmo a nível pessoal teria de fazer o seu percurso de aceitação, que hoje faz com que desfrute dos seus dias em plenitude, em perfeita paz com o seu mundo. Nesta jornada de reviravoltas há, porém, algo que se manteve sempre intocável ao longo dos anos, e que é o maior tesouro da vida do apresentador, a filha, Leonor, que na passada sexta-feira completou 22 anos.
A jovem é fruto do antigo casamento de Cláudio com Susana Moniz, em 2002, e reside atualmente no Alentejo. No entanto, a distância não faz da estrela da TVI um pai ausente, pelo contrário. Esta é encurtada com viagens constantes e tempo de qualidade que Cláudio faz questão de passar com a filha, e que faz com que a relação de ambos seja muito cúmplice.
Para assinalar o 22º aniversário de Leonor, Cláudio que nas redes sociais não tem problema em mostrar as emoções à flor da pele e uma certa vulnerabilidade, acabaria por partilhar raros momentos familiares, em que não esconde o orgulho que sente na filha. "Há 22 anos que eu sou ombro. E há 22 anos que ela é orgulho, desafio, aprendizagem, amor, alegria, teimosia, cor, vida e umas quantas coisas mais. Parabéns, filha", escreveu.
É quase já um hábito para o apresentador da TVI, que não perde uma oportunidade para gritar ao mundo o amor pela filha. Em 2024, quando a jovem chegou aos 20 anos, Cláudio revelaria que uma das suas principais missões de vida se prende com Leonor.
"Gostava se um dia, lá muito à frente no tempo, alguém se lembrar de mim dissessem, 'foi um pai do caraças!'", começou por escrever.
"Quando nasce um filho, nasce um pai e uma mãe. Aprendemos todos juntos a fazer o melhor. Não acertamos sempre, mas tentamos errar o menos possível porque não é uma tarefa fácil. A minha filha cresceu muito depressa. Passaram vinte anos num abrir e fechar de olhos. Tenho saudades do tempo que o meu colo lhe chegava. Quando era criança dizia que era a 'menina mais feliz do mundo'. Não sei se seria a mais feliz, mas tenho a certeza que eu e a mãe fomos fazendo um bom trabalho nesse sentido. Olhar hoje para a Leonor e ver na mulher que se está a transformar emociona-me e orgulha-me, porque tenho a noção exata do privilégio que temos", acrescentou.
Cláudio terminou a dedicatória dirigindo-se diretamente à filha.
"Sei que vais detestar este texto e este vídeo, mas também sei que, um dia, vais lembrar-te com saudades e pensar 'ainda bem que o chato do meu pai gravava tudo!’ É isto que fica. As memórias. Somos o que vivemos enquanto tivermos memória. É dever dos pais que as memórias dos filhos sejam felizes", escreveu.