Congelada e cremada

Madeleine McCann esfumou-se na noite de 3 de maio de 2007. Gonçalo Amaral avança com a teoria de que a criança poderá ter sido congelada, o que justifica os vestígios biológicos no carro alugado pelos pais 3 semanas depois, e cremada dentro do caixão de outro cadáver.

Gonçalo Amaral, antigo inspetor da PJ, acabou por ser afastado do caso. Não acredita na inocência dos pais e avança que o corpo da criança terá sido congelado e assim largado fluídos, ao descongelar, no carro alegado pelos McCann meses mais tarde.

Gerry e Kate McCann continuam a afiançar que nada sobre sobre o desaparecimento da filha. O pai de Kate revelou, à imprensa, que a filha drogava os netos com anti-histamínicos, para os adormecer.

Heinz Abbot, sacerdote canadiano que ali rezava missa, estranhou o facto de os pais de Maddie deixarem as crianças sozinhas no apartamento mas acabou por confiar no casal e entregar-lhes a chave da igreja.

Um mês após a menina desaparecer, houve obras no adro da igreja que se estenderam às imediações, onde foi construída uma zona de estacionamento e passeios.

Kate e Gerry colocaram uma vela em Fátima, onde rezaram pela filha.

Os pais de Maddie pediram e foram recebidos no Vaticano pelo atual Papa emérito Bento XVI.

Kate e Gerry numa das últimas vezes que passearam na praia da Luz. Com as suspeitas que recaíram sobre si, os McCann deixaram de fazer estes passeios.

Era no restaurante 'Tapas', no aldeamento Ocean Club, que o casal estava a jantar, com os amigos, quando se deu a tragédia. Já tinham sido consumidas 14 garrafas de vinho.

A roupa que a criança teria vestida na altura do alegado rapto e que terá sido trocada por outra.

Um dos cães ingleses a vistoriar o automóvel onde encontrou odor de cadáver e fluídos corporais.

O quarto onde Maddie e os irmãos dormiam. Na janela, pó vermelho que serve para descobrir vestígios úteis para a investigação policial.

Uma vista geral da praia da Luz, onde Maddie foi vista, com vida, pela última vez.

Kate e Gerry McCann com os filhos mais novos, os gémeos Sean e Amélie. O avô materno garante que a filha drogava os meninos com anti-histamínicos, tal como faria com Maddie, para os adormecer.

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