Nos bastidores de Roland Garros e dos restantes Grand Slams, há uma tendência que está a ganhar cada vez mais espaço fora das linhas do court. Os cães dos tenistas deixaram de ser apenas acompanhantes discretos para se tornarem parte visível e até oficial do circuito, com credenciais, áreas próprias e uma presença cada vez mais normalizada no dia a dia das estrelas do ténis.
Recentemente, em Paris, durante a edição de 2026 do Roland Garros, essa realidade ficou especialmente evidente. Vários jogadores e jogadoras do circuito feminino têm viajado com os seus cães, que são agora tratados quase como extensão da equipa técnica. No torneio foram atribuídas cerca de dez acreditações a cães de jogadores, permitindo-lhes circular em áreas específicas, sempre com regras de segurança e sob supervisão da organização.
A russa Aryna Sabalenka é um dos exemplos mais visíveis desta tendência, com o seu cão Ash a acompanhar momentos do torneio e a beneficiar de cuidados especiais dentro do complexo, ao lado de outros animais como Copain, de Zizou Bergs, ou Bella, de Anna Kalinskaya.
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