"Hoje, agradecemos a quem nos emprestou emoções, defendeu corajosamente a cultura e se tornou parte indissociável da memória afetiva de todos nós", escreveu Carlos Moedas.
Imobilizado, gelado e sem conseguir pedir socorro, Ruy de Carvalho viveu horas de terror sozinho em casa, sendo salvo por uma chave de emergência e pela preocupação de quem o rodeia.