Aos 14 anos, virou-se para a fé, entrou no Seminário e, não fossem as mulheres, talvez hoje André Ventura estivesse a pregar outro tipo de sermões. Da religião, saltaria para o curso de Direito, foi comentador de futebol até que em 2019 fundou o Chega, que mudaria toda a sua vida. Pelas suas posições políticas, passou a andar em permanência com pelo menos dois guarda-costas, afastou a mulher da esfera mediática para a proteger e adiou a decisão de ter filhos por questões de segurança. No entanto, admite que por vezes se sente a sacrificar em demasia o lado pessoal, já tendo falhado momentos importantes. A mãe é quem lhe dá os puxões de orelhas.
Ao assistir a uma intervenção da analista na televisão, o sobrinho de Mário Soares comentou a sua roupa e questionou: "Para quando aparecerem na TV em biquíni ou mesmo em topless as especialistas analistas?".
O candidato à Presidência da República abre o livro sobre o divórcio com Patrícia Poppe, mãe dos seus quatro filhos. "Ainda hoje o considero um dos grandes fracassos da minha vida", confessa na autobiografia 'Porque Sou Liberal', reconhecendo a mágoa de que a missão política e a vida pública o levaram ao falhanço de poder vir a ser, tal como o Presidente Marcelo, mais um Chefe de Estado sem Primeira Dama. Mas afinal o que destruiu o casamento? Para isso é preciso recuar aos tempos da TVI...
Líder do Chega fez marcha-atrás para proteger Dina Ventura e dos tempos em que partilhava as férias e o dia a dia com a mulher já pouco ou nada resta. Agora, a fisioterapeuta só aparece em momentos-chave e tudo por questões de segurança. As mesmas que fizeram que Ventura trocasse o desejo de ter filhos pela vontade de singrar na política.