Dos receios iniciais, Margarida Maldonado já não se nega ao palco que lhe trouxe a chegada do marido, António José Seguro, à presidência da República e mostra-se sem medo de assumir posições e um estilo muito próprio.
Muitos só o conhecem pela sátira, humor ou pelas músicas que ficam para a história nos Irmãos Catita ou Ena Pa 2000. Mas por detrás disto tudo há um artista com mais de 40 anos de trabalho na pintura, escultura e desenho, em projetos que agora veem a luz do dia.
António José Seguro avisou que a mulher preferia manter-se na sombra, trabalhando a tempo inteiro nos negócios de família, mas o cargo de primeira-dama parece-lhe quase inato, com Margarida Maldonado Freitas a brilhar com elegância e naturalidade. Apesar das reticências, a Presidência já conquistou a farmacêutica, que até já mostrou estar 'taco a taco' com Letizia.
A 'The Mag' esteve nas Caldas da Rainha, onde poucos ficam indiferentes ao charme e simplicidade do casal, que faz vida de rua e mantém as mesmas rotinas há anos. A cabeleireira de Margarida, Lina, revelou-nos um segredo de beleza da nova primeira-dama, enquanto no 'Rei dos Frangos' já se sabe de cor as preferências do novo chefe de Estado. Dias pacatos que a Presidência da República pode vir a alterar.
Há um mês que o gabinete de Marcelo Rebelo de Sousa em Belém começou a fazer eco, com os pertences do presidente a serem arrumados em pastas e enviados para a sua casa de Cascais. É o fim de dois mandatos, muitas memórias felizes, mas também de um profundo desgaste que faz com que o chefe de Estado nem queira ouvir falar de política na sua nova vida. Esta segunda-feira, a Presidência muda de mãos e Marcelo celebrará como gosta. Se tiver bom tempo, até o poderemos encontrar entre mergulhos.
Nuno Morais Sarmento tinha anunciado em janeiro a sua saída da presidência da FLAD por motivos de saúde, lançando o alerta sobre uma recidiva na luta contra o cancro. Uma batalha que bem conhecia e que enfrentou de frente, recebendo dos médicos a alcunha de 'doente rebelde'. Depois de ter descido aos infernos ao lutar contra um agressivo tumor no pâncreas, teve alta e, mais do que nunca, aproveitou os pequenos prazeres da vida, ainda que sempre com a consciência do machado que pairava sobre si. "Fisicamente não estou recuperado. Tomo não sei quantos medicamentos por dia, que é uma coisa que me incomoda. Tento fazer a vida normal e isso dá-me um gozo. Um dia normal pode ser para mim um dia de extraordinária satisfação. Morreu este sábado, aos 65 anos.