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Há quinze anos que o Open House Lisboa convida o público a entrar em edifícios normalmente fechados, descobrir histórias escondidas e olhar para a cidade sob novos olhos. Em 2026, o evento regressa nos dias 9 e 10 de maio com uma proposta original e irresistível: perceber Lisboa através daquilo que também a alimenta. O tema desta edição é “Sobre Arquitetura e Comida”, cruzando património, urbanismo e gastronomia num roteiro inesperado.
Organizado pela Trienal de Arquitectura de Lisboa, o Open House apresenta este ano 77 espaços visitáveis, dos quais 42 são estreias absolutas. Mais de metade do programa é novidade, numa edição que promete surpreender.
Entre os lugares em destaque estão nomes emblemáticos da cidade e bastidores raramente acessíveis: a histórica Cervejaria Trindade, a Fábrica dos Pastéis de Belém, a padaria Gleba, a cervejeira Dois Corvos, o Mercado da Ribeira, o clássico Galeto, a Conserveira de Lisboa e até supermercados Continente integrados no percurso. Mais do que visitar edifícios, trata-se de compreender como a alimentação molda a vida urbana, os bairros, os fluxos de trabalho e a identidade lisboeta.
Mas o Open House vai além das visitas tradicionais. A edição de 2026 inclui cinco novos percursos urbanos a pé, dedicados a temas como a sardinha e a frente ribeirinha, as hortas urbanas ou a relação de Lisboa com a água, passando por chafarizes e pelo aqueduto. Haverá ainda um passeio sonoro em Alvalade, narrado pela jornalista Alexandra Prado Coelho.
Pensado para todos os públicos, o programa inclui também atividades para crianças entre os 3 e os 12 anos, visitas acessíveis com materiais tácteis e audiodescrição, sessões em Língua Gestual Portuguesa, visitas em ritmo descontraído para pessoas neurodivergentes, seniores e famílias com bebés.
E o melhor mantém-se igual, ou seja a entrada é gratuita. A maioria dos espaços funciona por ordem de chegada, embora alguns locais exijam inscrição prévia, como o Galeto, o Palácio Nacional da Ajuda ou a Fábrica dos Pastéis de Belém.