Com a chegada da primavera, há muito mais a acontecer do que o aumento das temperaturas e o desabrochar das flores. Esta estação está a servir de cenário para uma série de tendências sociais, culturais e de lifestyle que já influenciam o dia a dia dos portugueses. Saiba como vai ser vivida esta época do ano.
Consciência ambiental como estilo de vida
Em 2026, a sustentabilidade deixou de ser uma escolha e está mais presente no dia a dia de cada um. Desde a forma como se olha para o consumo de moda - menos peças, mais consciência - até renovadas noções de desperdício e ecologia, os portugueses e o mundo estão mais preocupados com o futuro do nosso planeta.
Moda com significado
A primavera/verão viu renascer estilos que combinam nostalgia e modernidade - com muitas tendências dos anos 80 a estarem de regresso.. Ao mesmo tempo, peças práticas e versáteis, como o utility chic (vestuário funcional com toques de elegância), também ganham espaço na moda. A palavra de ordem é adaptar as tendências ao nosso estilo pessoal para visuais com muita personalidade.
Beleza natural e cuidado com o corpo
As tendências de beleza desta primavera reforçam a ideia de uma estética mais natural e saudável, que podemos ver ao nível das cores de cabelo, mais aproximadas do natural (os loiros frios são trocados por um tom mais quente), bem como nas tendências de maquilhagem, que privilegiam cc creams para um efeito boa cara sem pesar.
Experiências urbanas
A primavera tornou-se a estação dos encontros comunitários e culturais. Festivais de rua, mercados ao ar livre e eventos gastronómicos regressam com força total, espelhando a vontade de socializar e, acima de tudo, fugir das grandes superfícies comerciais.
Foco no bem-estar
Mais do que nunca, o bem-estar deixou de ser um conceito abstrato e transformou-se em prática diária. Não fazemos exercício apenas para ficarmos mais magros, pensamos a longo prazo, focamo-nos na longevidade e adicionamos corridas, caminhadas ao nosso mindset. Yoga, corridas junto ao rio ou o que fizer mais sentido para si, o que interessa é pôr o corpo a mexer.