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Dia dos Namorados

As namoradas de Marcelo

Isabel foi a primeira namorada de Marcelo. Seguiram-se paixonetas por Ana Zanatti e Fátima Sacadura Cabral. Tareca foi a segunda namorada "a sério" e Cristina Motta Veiga levou-o ao altar. Rita Amaral Cabral é a eterna namorada, há 36 anos, mas o irmão do Presidente garante que a grande paixão foi Leonor Beleza.
Por Isabel Laranjo | 14 de fevereiro de 2017 às 18:55
O presidente Marcelo e Rita Amaral Cabral nas suas habituais férias de verão, de 2016, na praia do Gigi, Algarve O Presidente e a namorada passam férias, todos os verões, na praia do Gigi, no Algarve Rita Amaral Cabral foi aluna de Marcelo Rebelo de Sousa. Começaram a namorar em 1981 mas nunca se casaram, por motivos religiosos O padre Vítor Melícias celebrou o casamento de Marcelo Rebelo de Sousa e Cristina Motta da Veiga. Para o Presidente, o matrimónio é um sacramento único que não repetirá O Presidente no dia 22 de julho de 1972, quando se casou com Cristina Motta da Veiga Na juventude, Marcelo namorou Tareca, irmã de Leonor Beleza. Só que um dos irmãos do Presidente acredita que a antiga ministra é que foi a grande paixão do Professor As namoradas do Presidente O Presidente com os filhos, Sofia e Nuno, no Estoril, nos anos 80 Marcelo e António Guterres são grandes amigos. No final dos anos 60 saiam a 4, com as respetivas namoradas; Cristina e Zizas. Aqui, os amigos em Nova Iorque, na ONU, com Jorge Sampaio Católico praticante, o Presidente nunca se divorciou. A consumação da separação aconteceu devido ao prazo legal, 3 anos após Marcelo e a mãe dos filhos, Cristina Motta Veiga, se terem separado O Presidente, que nunca aceitou divorciar-se por ser católico, com o Papa Francisco, aquando da visita ao Vaticano, em 2016 O Presidente na noite em que venceu as eleições, a festejar na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa O Presidente não dispensa o contacto com a população. Ao contrário, a namorada, Rita Amaral Cabral é bastante reservada e prefere manter-se afastada da exposição pública
As namoradas do Presidente
"Queres namorar comigo?", perguntou Marcelo, aos 12 anos de idade, a Isabel, uma menina da mesma idade. Estavam a meio de uma aula de ténis, na Escola de Ténis do Estoril. Ela respondeu "sim". O namoro durou dois anos.

Isabel Coelho Alves era irmã de um amigo de Marcelo e neta do médico que operou Salazar, após a queda da cadeira, no dia 3 de agosto de 1968. Passavam horas ao telefone e as férias de verão no Estoril, onde a família da rapariga morava e os pais de Celinho (como era tratado em criança) arrendavam uma casa de veraneio. 

Carlos Alves, irmão da primeira namorada do Presidente, "lembra-se de os ver a pedalar nas gaivotas da praia do Estoril e de Marcelo fazer a corte à menina na companhia de Luís Vaz de Camões, por andar nesse verão com um volume dos 'Lusíadas' na mão", escreve Vítor Matos, biógrafo do Presidente. 

Pedro Rebelo de Sousa acabou por denunciar os longos telefonemas de Celinhos, aos pais. O namoro acabou-se. "Começa e acaba com os calores do Estoril, e dura até cerca dos 14 anos", revela a biografia.

Durante a adolescência, Marcelo Rebelo de Sousa teve várias paixonetas. A atriz e apresentadora Ana Zanatti e Fátima Sacadura Cabral, descendente afastada do famoso aviador, foram duas dessas paixões efémeras. Ana Zanatti nunca quis comentar o caso.

INDECISO ENTRE AS IRMÃS BELEZA
O segundo namoro a sério foi com Tareca Beleza, irmã de Leonor Beleza. Marcelo tinha 21 anos de idade. Era um brilhante estudante de Direito mas que não dispensava a diversão, nos tempos livres. "Vai ao cinema. Assiste a concertos. Não perde peças de teatro. Começa a ir a 'boites'. Passa cadernos a limpo. E namora", revela Vítor Matos.

Tareca era loura. Inteligente e mordaz. O namoro durou cerca de um ano. A avó paterna de Marcelo Rebelo de Sousa, Joaquina, era contra. O pai, Baltasar, também tinha as suas reservas. "Nenhum de nós gostava dela", assume António Rebelo de Sousa, o outro irmão do Presidente. "Ela parecia ser muito fútil e reacionária nas posições que assumia quando estava com os meus pais, não sei se para ser simpática".

Tareca é irmã de Leonor Beleza. Pedro Rebelo de Sousa tem uma teoria: Leonor foi a grande paixão do irmão. "Eu tenho a tese, que o meu irmão Marcelo negará evidentemente, de que sempre sentiu uma paixão platónica pela Leonor Beleza", avança o jurista a Vítor Matos.

António, o outro irmão de Marcelo, tem outra visão. Sobretudo quando se deu o fim do namoro. "Foi um grande desgosto para ele". E, para António, foi mesmo Teresa a dona arrebatadora do coração de Celinho. "A grande paixão dele foi a Teresa. Tenho a impressão de que ele nunca mais se apaixonou verdadeiramente por ninguém. O Marcelo só se apaixonou pela política. Conheci-lhe duas paixões na vida: a Teresa e a política", garante o economista.

Marcelo explica-se: "A Leonor já sabia os meus tiques, as minhas reações, e eu já sabia as dela. A Tareca era assim um bocadinho anti-Leonor, um pouco o contraste da irmã, excêntrica, mais original, na maneira de vestir, mais decotada, saia curta". Leonor era a intelectual. Ficamos sem desempate sobre qual dos irmãos de Marcelo estaria certo. 

O CASAMENTO PARA TODA A VIDA

O Presidente casou-se somente uma vez, com Cristina Motta da Veiga, no dia 22 de julho de 1972. Não foi amor à primeira vista. Aliás, quando se conheceram, Cristina tinha namorado.

Mais tarde, apaixonaram-se mas Cristina ficou logo alerta para a personalidade hiperativa do namorado. E foi mesmo a extrema dedicação ao trabalho, no jornal 'Expresso', que levou ao fim do casamento, em 1980. Tiveram dois filhos, Nuno e Sofia Rebelo de Sousa. 

Rita Amaral Cabral, com quem começou a namorar em 1981, após um exaustivo dia a ver provas na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, foi aluna de Marcelo. Após esse longo dia foram jantar e, desde então, nunca mais se deixaram.

Marcelo Rebelo de Sousa mandou desmontar o gabinete da primeira-dama, no Palácio de Belém, e Rita Amaral Cabral insiste em manter-se distante da ribalta. Certo é que é a mulher mais influente na vida do Presidente. Quem o "chama à Terra" quando acredita que, nas suas brincadeiras, Marcelo está a ir longe demais. Nestas ocasiões lança-lhe um "Está parvo?". Tratam-se por "você" apesar da intimidade. É um hábito que nunca perderam.

Em 1983 surgiu a questão judicial, a propósito da separação de pessoas e bens, entre Marcelo e Cristina Motta da Veiga. O juiz queria saber se era para avançar com o divórcio ou se os cônjuges estavam dispostos a reatar o enlace. 

Católico praticante, Marcelo considera o sacramento do matrimónio sagrado e dispôs-se a voltar para a mulher. Rita Amaral Cabral apoiou-o, apesar de amá-lo. Cristina Motta da Veiga não quis. E assim seguiu o amor de Marcelo e Rita, até aos dias de hoje.

No Dia dos Namorados, o Presidente não teve agenda oficial. Porém, segundo fonte da Presidência, "o Presidente não tem Dia dos Namorados. Está a trabalhar e a ter audiências, que não são públicas, no Palácio de Belém".


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