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Mais de 10 anos depois de Renato Seabra ter assassinado barbaramente Carlos Castro em Nova Iorque, foram revelados novos pormenores sobre a vida na prisão de alta segurança do modelo que matou o cronista social com um saca rolhas.
O crime aconteceu a 7 de janeiro de 2011, em Nova Iorque, onde Carlos Castro levou o jovem modelo para umas férias. Seabra acabou por cometer, no quarto do hotel, o crime que abalou Portugal e que foi notícia em vários meios internacionais por causa da brutalidade usada.
Desde essa altura que está preso Clinton, no norte o estado de Nova Iorque, onde, revela agora o Correio da Manhã, ajuda todos os domingos na Missa. De segunda a sábado, trabalha 7 horas por dia na fábrica de roupa da cadeia, ao lado de 450 reclusos. Faz camisas, calças e fardas para o departamento correcional de Nova Iorque.
Nas alturas em que pode ir ao recreio, o português tem de andar com as mãos e pés algemados.
Ainda de acordo com a CMTV, que cita a família. Renato Seabra voltou a ter na prisão episódios comportamentais semelhantes aos do dia em que morreu Carlos Castro. Teve de ser hospitalizado durante duas semanas.
A cumprir pena de prisão de 25 anos, por crime de homicídio em segundo grau, Renato está afastado da família, que não tem meios para ir aos Estados Unidos visitá-lo. A pandemia também não ajudou.
A pena de Renato será revista quando cumprir os 25 anos de cadeia. Pode depois ser prolongada. A liberdade condicional só pode ser pedida em 2035. E ficará na cadeia, no mínimo, até 1 de março de 2036.