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Teresa Guilherme obrigada a começar do zero depois de perder 2,3 milhões de euros! O que mudou na vida dela

Considerada a rainha dos reality shows na TVI, a vida da apresentadora deu uma cambalhota, perdeu quase tudo o que tinha e foi obrigada a encontrar um novo caminho.
16 de maio de 2019 às 10:56

2018 talvez tenha sido o pior ano de Teresa Guilherme: afastou-se da televisão e foi obrigada a reinventar-se. Mas os problemas já vinham de anos anteriores. Com o escândalo do BES, a apresentadora perdeu milhões, "a sua almofadinha para o futuro" e teve que começar do zero.

Teresa Guilherme, 63 anos de idade, está agora na sua segunda vida. Foi considerada a rainha dos 'reality shows' das nossas televisões, produziu programas e séries, apresentou concursos, ganhou muito dinheiro.

Porém, em 2014, a crise no BES deitou tudo a perder. Teresa perdeu 2,3 milhões de euros em papel comercial do BES. Depois veio o afastamento das televisões, em 2018. Um trambolhão que a obrigou a recomeçar e a encontrar novas formas de sobreviver profissionalmente.

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A segunda vida de Teresa Guilherme passa hoje pelas plataformas digitais: YouTube, Instagram, Facebook e 'A Casamenteira', um canal digital que faz a ligação entre os noivos e os cerca de 700 fornecedores na 'indústria' dos casamentos.

Em entrevista à 'Sábado', Teresa Guilherme não nega as saudades da televisão, sem esconder algum desencanto. "Claro que tenho. Mas  atelevisão mudou muito e há dois anos disse que não queria apresentar mais 'reality shows' naquelas condições económicas. Não valia a pena fazer mais do mesmo se não havia ali novidade. (...) Ninguém me tratou mal. Pagaram-se sempre bem e tive o privilégio de fazer aquilo que gosto", esclarece a apresentadora.

Mas foi o rombo do BES, em que perdeu 2,3 milhões de euros que a fez mudar o paradigma de vida: "O que me salvou daquele encontrão violento do BES, em 2014, foi que tudo o que eu tinha era meu. Não tinha empréstimos a pagar ao banco. O que fiz foi mudar o paradigma de vida: fui trabalhar mais. Queria viajar e arranjar tempo para fazer as coisas que gostava. Foi um recomeço."

Se no início, este impacto violento a fez tremer, rapidamenste percebeu que era obrigatório continuar a caminhar para a frente, sem margem para ter pena de si própria. "Não bem de ansiedade, mais de tristeza, desânimo. Acho que devemos chorar pelas coisas que nos correm mal. Não podemos é lá ficar. Assume-se o problema, chora-se e age-se. Tem de se andar. Vai haver problemas toda a vida. Parece uma banalidade mas não é." 

Comentários

Comentários
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Anónimo Há 1 semana

Está velha outra vez, chiça!!!!!!
Mas não estava reformada?

zeca zeca Há 1 semana

olha que xatisse, maria alice! mas isso agora não interessa nada!

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