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Principado de Alberto II em alerta máximo: oligarca ucraniano e família vítimas de atentado à bomba no exclusivo e luxuoso Mónaco

Príncipe Alberto II reagiu de imediato ao primeiro atentado no seu território. "Estamos unidos", reafirma.
Por João Bénard Garcia | 30 de junho de 2026 às 19:31
Terror no coração da Europa. Oligarca ucraniano e família vítimas de atentado no Mónaco
Vadim Ermolaev
Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky
Príncipe Alberto II com a família celebra 20 anos de reinado no Mónaco
Príncipe Alberto
Volodymyr Zelensky
Príncipe Alberto visita o Papa no Vaticano após cirurgia recente
Vlodymyr Zelensky e Donald Trump
Família Grimaldi reunida no Mónaco, incluindo o príncipe Alberto e Charlene
Família Grimaldi reúne-se no Mónaco, com a presença do príncipe Alberto e Charlene
Donald Trump e Zelensky
Príncipe Alberto II, princesa Charlene, Mónaco
Vadim Ermolaev
Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky
Príncipe Alberto II com a família celebra 20 anos de reinado no Mónaco
Príncipe Alberto
Volodymyr Zelensky
Príncipe Alberto visita o Papa no Vaticano após cirurgia recente
Vlodymyr Zelensky e Donald Trump
Família Grimaldi reunida no Mónaco, incluindo o príncipe Alberto e Charlene
Família Grimaldi reúne-se no Mónaco, com a presença do príncipe Alberto e Charlene
Donald Trump e Zelensky
Príncipe Alberto II, princesa Charlene, Mónaco

Um oligarca ucraniano com interesses na Crimeia, que em 2023 foi sancionado pelo governo do seu país por suspeitas de colaboracionismo com a Rússia, foi alvo de um atentado à porta do prédio de luxo onde reside no Mónaco. Vadim Ermolaev, de 58 anos de idade, é um oligarca ucraniano com nacionalidade cipriota desde 2019, era em 2022 o 23.º homem mais rico da Ucrânia, e ficou ferido com gravidade após o rebentamento de uma bomba, tal como a sua mulher, que estava a seu lado quando saíam do prédio onde residem.

Além do casal, estava com eles o filho de 13 anos, que sofreu lesões menos graves. Os três foram levados para um hospital em Nice e os adultos, que inicialmente corriam maior risco de vida, ficaram estáveis esta manhã de terça-feira, dia 30. Na conferência de imprensa do Ministério Público de Monte Carlo, o Procurador-Geral Stephane Thibault assegurou que a companheira de Ermolaev, de 50 anos, está em estado muito crítico.

O príncipe Alberto II do Mónaco classificou o ataque como um "crime hediondo" e "um choque para toda a comunidade". "Confiamos nas autoridades para esclarecer rapidamente as circunstâncias desta tragédia, identificar os responsáveis e dar todas as respostas. Mais do que nunca, o principado de Mónaco permanecerá unido. A segurança da nossa comunidade sempre foi uma prioridade; continuará a ser assim, mais do que nunca, independentemente das ameaças", lê-se num comunicado divulgado pelo palácio real do Mónaco.

O discurso imperativo do príncipe não é para menos, pois esta foi a primeira vez que ocorreu um atentado no Mónaco e por isso foi accionado o alerta máximo de segurança. Fonte policial ouvida pela emissora BFM, explicou que foi acionado o “Plan Rouge” (Plano Vermelho, na tradução literal). Trata-se de “uma estratégia de resposta pré-estabelecida para um incidente repentino que resulte, ou possa resultar, num grande número de vítimas. Permite a mobilização de recursos com base na quantidade de vítimas”, lê-se também no site do principado. Os agentes da segurança do principado afirmaram de imediato que esta detonação – primeira da História no território, segundo as autoridades – está a ser investigada como uma tentativa de homicídio.

Silvano Ippolito, que reside perto do local onde ocorreu a explosão, relatou à emissora francesa BFM que inicialmente julgava tratar-se de uma fuga de gás, mas depois viu "uma mulher caída e coberta de sangue" na escadaria do prédio que "estava sem os pés" e ao seu lado estava "um menino, que sangrava, caído no chão". O mesmo residente não viu Vadim Ermolaev, o milionário que foi sancionado em dezembro de 2023, ao abrigo de uma decisão do Conselho Nacional de Segurança da Ucrânia promulgada pelo presidente Volodymyr Zelensky. Em causa esteve o facto de Ermolaev continuar a comercializar bebidas alcoólicas na Crimeia sob ocupação da Rússia, sendo que algumas das sanções que lhe são impostas agora incluem o congelamento de bens e restrições comerciais naquele país em guerra.

O ministro de Estado do Mónaco, Christophe Mirmand, disse à agência de notícias AFP que o artefato explosivo aparentemente continha parafusos e esferas metálicas.  Mais de cem agentes monegascos e franceses estão a fazer uma caça ao homem com vista a prender o bombista que se encontra a monte.

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