A adolescência complexada de Sarah Ferguson e como André a veio salvar da depressão
Numa entrevista antiga de 1994, que reemergiu agora - ao ser carregada no canal de Youtube da apresentadora Ruby Wax - Sarah Ferguson refletiu sobre a sua adolescência complicada, marcada por sentimentos de ódio por si própria.
Sarah tinha apenas 15 anos quando a mãe, Susan, decidiu mudar-se para Argentina depois de casar com o jogador de polo argentino Héctor Barrantes, deixando as filhas para trás. A antiga duquesa admite ter ficado com sentimentos de abandono.
Sarah Ferguson na adolescência
Depois, a sua auto-estima começava a vacilar quando visitava a mãe e se comparava com as jovens argentinas da sua idade, que "pareciam todas ser altas, esbeltas e atraentes".
Sofrendo com alguns quilinhos a mais, não tardou até que desenvolvesse um distúrbio alimentar e, aos 16 anos, decidiu ser injetada com uma droga de perda de peso, que até hoje não sabe o que era.
Os supostos efeitos secundários, combinados com os sentimentos de abandono, levaram-na a uma espiral auto-destrutiva.
"Por eu me odiar tanto, queria provar a mim mesma que era uma pessoa horrível", lamentou.
Mas a sua vida mudaria drasticamente quando, aos 25 anos, conheceu André, o filho da rainha Isabel II. Embora se tenham acabado por divorciar, Sarah já disse várias vezes que foi ele "que a salvou" e os dois ainda vivem juntos.