O futuro rei de Inglaterra quer apurar como é que as filhas do ex-príncipe André financiam o seu luxuoso estilo de vida. Só em roupas gastam elas verdadeira fortunas!
O cerco parece apertar-se em torno de Sarah Ferguson. A antiga duquesa de York estará cada vez mais isolada depois de novas revelações sobre a sua ligação ao controverso Jeffrey Epstein, numa altura em que até amigos próximos e poderosos dão sinais de afastamento.
Eugenie acaba de ser afastada do cargo de patrona da organização de direitos humanos Anti-Slavery International, uma das mais antigas instituições dedicadas ao combate à escravatura moderna e ao tráfico de pessoas. O caso é analisado no 'Noite das Estrelas', da CMTV.
A falecida princesa de Gales foi uma das poucas pessoas que estendeu a mão a Fergie quando esta já era 'persona non grata' em Buckingham. Só que a ex-duquesa de York mostrou-se pouco reconhecida para com a cunhada e amiga.
Para limpar a imagem, a ex-duquesa de York optou por se apresentar como uma vítima inocente do imenso escândalo que lhe bateu à porta com os Ficheiros Epstein.
Mesmo caída em desgraça, a ex-cunhada do rei Carlos III mantém as manias da grandeza. Resta agora saber quem é que paga a conta, pois ela não tem nada de seu.
A ex-duquesa de Iorque, que não é vista desde dezembro, passou o mês de janeiro internada numa clínica na Suíça, que custa mais de 15 mil euros... por dia.
Novas trocas de e-mail divulgadas pelo Departamento de Justiça dos EUA mostram as ligações entre André e o magnata David Rowland, que lhe dava dinheiro - e à sua ex-mulher, Sarah Ferguson - em troca de informações confidenciais sobre investimentos. O escândalo de corrupção não era segredo absoluto, já que Carlos III terá recebido uma denúncia anónima sobre o assunto em 2019.