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Drama

Como uma segunda mãe, Sofia Ribeiro tomou decisão difícil sobre as sobrinhas que acolheu há três anos

Bianca e Beatriz vivem com a atriz desde 2023 devido à situação precária da mãe, Tânia.
Por FLASH! | 12 de fevereiro de 2026 às 11:50
Como uma segunda mãe, Sofia Ribeiro tomou decisão difícil sobre as sobrinhas que acolheu há três anos
Sofia Ribeiro
Sofia Ribeiro com as sobrinhas
sofia ribeiro
Sofia Ribeiro
Sofia Ribeiro com as sobrinhas
sofia ribeiro

Ao longo dos últimos anos, Sofia Ribeiro foi acompanhando de perto a situação precária da irmã, Tânia, e das sobrinhas, Bianca e Beatriz - que têm atualmente 11 e 14 anos - a deteriorar-se até que foi obrigada a intervir.

Assim, em 2023 e após anos de dramas familiares, Sofia disse adeus à vida que tinha para dar às meninas a estabilidade que elas merecem, tornando-se tutora das duas.

"Há muito tempo que a Sofia é a pessoa de referência das meninas, a estabilidade, porque a irmã [Tânia] tem passado por coisas complicadas, e o pai das crianças também. É uma vida difícil, com problemas com a Justiça e o que aconteceu foi que as meninas já estavam sinalizadas pela comissão de proteção de menores e se a Sofia não agisse iam para a adoção comum", contou na altura uma fonte à The Mag, acrescentando que, assim que tomou conhecimento do facto, a atriz disse que queria dar início ao processo de adoção das sobrinhas.

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Desde então, Sofia viu a sua vida virada do avesso, mas parece muito feliz com a decisão que tomou de acolher as sobrinhas como uma segunda mãe.

Agora, em conversa com Júlia Pinheiro, a atriz falou sobre uma regra que impôs às pré-adolescentes.

"Não têm telemóvel. Ainda não. É uma decisão difícil, acima de tudo pela envolvência, pelas outras crianças e é a decisão desses pais, que eu não condeno, é a deles, mas não é a minha", explicou.

"Eu acho que nem nós, adultos, estamos preparados para viver tanto tempo ligados como passamos, às vezes damos por nós e estamos a fazer scroll aleatório há uma hora e a informação, é tanto drama, tanta coisa dificil, não há como aquilo não interferir em nós. É difícil filtrar tudo, muito mais as crianças, portanto acho que elas têm um tempo para ter telemóvel. Neste momento não têm, mas é uma negociação diária", acrescentou ainda.

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