Filha mais nova de Manuel Marques falha convocatória na Comissão de Proteção de Menores e encontra-se com o pai
Elisa, de 9 anos, tinha sido chamada no mesmo dia do que a irmã mais velha, Inês. À última hora, a mãe decidiu que esta não iria, sendo que a menina ficou aos cuidados de Manuel Marques. Equipa de advogados diz que situação não é contraproducente e que a mãe quer manter a união da família.
Filha mais nova de Manuel Marques falha convocatória na Comissão de Proteção de Menores e encontra-se com o pai
Continua a decorrer com celeridade o processo em que Manuel Marques é acusado de violência doméstica pela filha mais velha, Inês, de 18 anos. Na sequência da queixa apresentada pela jovem na esquadra da polícia em Cascais, esta foi chamada à Comissão de Proteção Menores, numa convocatória que envolvia também a filha menor, Elisa, de 9 anos. No entanto, à última hora, a mãe da menina, Ana Martins, decidiu que esta não iria, mantendo-a de fora do processo, conforme explicou ao site 'Dioguinho' a equipa de advogados liderada por Pedro Nogueira Simões.
"A CPCJ, efetivamente, confirma-se, que convocou a menor e a progenitora, porém e sendo possível neste primeiro ato a mãe foi apenas com a sua filha mais velha", confirmou.
Ana Martins e Manuel Marques
Recorde-se que, apesar de Elisa não estar diretamente envolvida no processo, a preocupação em torno da menor face a um caso de violência tornou-se também numa prioridade. No entanto, a verdade é que Ana Martins tomou a decisão de não cessar os encontros entre Elisa e o pai, mantendo desta forma a regulação do poder paternal até aqui estabelecida.
Aliás, no dia em que falhou a convocatória da CPCJ, Elisa esteve com Manuel Marques, no habitual regime de guarda. "A mãe reitera, constantemente, que o seu desejo seria que a família em si cumprisse sempre tudo, ou houvesse um plano mais assertivo de contacto das filhas com os dois progenitores, não havendo ainda razões definitivas para que a menor não tenha ligação com o pai. Ainda para mais, nesse dia (sexta-feira, 11/06), o da convocatória da CPCJ, o pai tinha a possibilidade de estar com a filha, conforme consta na ata das responsabilidades parentais, de estar com a filha menor, e a mãe não quis que tal presença lhe fosse impossibilitada com receio de agravar situações já existentes", esclareceu ainda a equipa de advogados, adensado ainda mais o mistério em torno de um caso que, de momento, careça de contraditório, uma vez que Manuel Marques se tem escudado ao silêncio em público.