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"Alguma coisa de errado tem de ter acontecido ali. Talvez alguém tenha tido um problema, talvez com os cilindros de oxigénio, não faço ideia. Mas em relação à Mónica, posso atestar que era sempre muito cautelosa e prudente. A única certeza que tenho é que a minha mulher está entre as melhores mergulhadoras do mundo. E que sempre foi muito cuidadosa. Nunca colocaria a vida da nossa filha em risco."
Foi desta forma, e absolutamente devastado, que Carlo Sommacal, que perdeu a mulher e a filha na tragédia, pede por respostas no caso dos cinco mergulhadores italianos, enquanto exploravam uma gruta subaquática nas Maldivas. Até ao momento, apenas o corpo do instrutor foi encontrado, sendo que as buscas são descritas como de alto risco, e já levaram à morte de um mergulhador, que se sentiu mal depois da tentativa de resgate e acabou por falecer no hospital.
Carlo Sommacal admite ainda que as Maldivas eram como que "uma segunda casa" para Monica, que conhecia aquelas águas como ninguém, que explorava frequentemente para efeitos académicos, uma vez que lecionava Ecologia na Universidade de Génova. “Eles estavam lá para fazer investigação. Monica passou anos a estudar corais, recifes e os efeitos das alterações climáticas. Alguns trabalhavam a uma profundidade dez metros, outros a cinco e alguns faziam snorkelling. Recolhiam dados e criavam tabelas, estudos, publicações. As Maldivas eram a sua segunda casa."