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Conhecido como um dos grandes cenários de sonho, as Maldivas vivem dos seus dias mais negros com a morte de cinco turistas, enquanto faziam mergulho. O alerta foi dado quando o grupo não regressou à superfície em tempo útil, sendo que o Governo acredita que o grupo de italianos estava a uma profundidade de 60 metros a explorar grutas subaquáticas, a 100 km de Malé.
O facto de só ter sido encontrado o corpo de um dos cinco mergulhadores, o do instrutor e responsável de operações, Gianluca Benedetti, fez com que as operações de resgate tivessem início, porém com vários entraves, uma vez que o mau tempo levou à sua suspensão na sexta-feira. Num cenário doloroso e difícil, o sábado acabaria por trazer novas notícias trágicas com a morte de um dos mergulhadores, que participava nas operações de resgate. “O corpo foi encontrado dentro de uma caverna. Acredita-se que os outros quatro mergulhadores também estejam dentro da mesma caverna, que se estende a uma profundidade de cerca de 60 metros”, informaram as Forças de Defesa Nacional das Maldivas.
O soldado sentiu-se mal depois de um dos mergulhos e foi levado para o hospital, onde acabou por falecer. Terá morrido com doença de descompressão, causada pela subida demasiado rápida à superfície.
A TRAGÉDIA QUE CEIFOU A VIDA A CINCO ITALIANOS
Os cinco turistas italianos viajavam a bordo do Duque of York, um barco de mergulho, e preparavam-se para um dos pontos altos da viagem: a prática de mergulho nas águas cristalinas das Maldivas. Segundo foi relatado, as condições meteorológicas "não eram adversas", o que permitiu o mergulho, mas foram-se agravando nos momentos posteriores.
Uma das pessoas que seguiam no barco, uma estudante de Génova, acabou por escapar à tragédia por ter desistido, na última hora, de mergulhar, informou o jornal italiano Libero Quotidiano.
Sobre a identidade das vítimas, a Universidade de Génova identificou que se tratava da professora de Ecologia Monica Montefalcone e da sua filha, Giorgia Sommacal, que também era aluna da universidade, bem como da investigadora Muriel Oddenino e do biólogo marinho Federico Gualtieri. As buscas que decorrem pelos seus corpos são consideradas de alto risco.