Não é surpresa que a curta duração da profissão de desportista leve a que muitos ex-atletas optem por se envolver noutras áreas de negócio após o final de carreira e Mike Tyson não é exceção: participou em filmes, criou uma promotora de boxe e publicou autobiografias, muito porque a lenda do boxe foi obrigada a repensar a sua vida depois de muitas polémicas e até mesmo a prisão.
Mais surpreendente ainda é o império de canábis que conseguiu criar na Califórnia, onde esta droga é totalmente legal. De acordo com alguma imprensa internacional, a empresa de Tyson, Tyson Holistic, consegue faturar mais de 400 mil euros por mês, produzindo canábis para efeitos medicinais. Inclusive, Tyson fechou uma parceria com o antigo lutador da UFC, Cláudio Werdum, com o intuito de exportar derivados de marijuana.
Durante uma entrevista à GQ, o empresário Rob Hickman, CEO do ‘resort’ Tyson Ranch, diz que a canábis "mudou a vida" da superestrela do boxe.
O ex-pugilista é também um conhecido consumidor desta droga leve, tendo admitido que consumiu marijuana antes da luta de exibição contra Roy Jones Jr. no passado mês de novembro, tendo adicionalmente declarado, em entrevista, que havia feito o mesmo para a luta que o pôs frente-a-frente com Andrew Golota, em 2000.