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Meghan Markle parece já ter reagido entre amigos às últimas decisões do Palácio de Buckingham sobre o seu futuro com o príncipe Harry. E não tem sido nada meiga.
De acordo com o 'Mirror', a duquesa de Sussex terá dito a amigos próximos que a proibição para o casal não usar a palavra "Royal" nas suas marcas é uma provocação da casa real britânica, mas estará determinada em "superar os ciúmes e a mesquinhez".
Meghan também terá afirmando que as regras do palácio são uma "vingança" pelo facto de o casal ter decidido seguir uma vida independente (o Megxit). "Ela disse que se alguém devia sentir-se insultado são eles", revelou a fonte.
"Eles nunca quiseram capitalizar a palavra 'Royal' e insinuar que estavam de alguma forma a abusar dos seus privilégios é um absurdo. Ela disse que estará com Harry acima dos ciúmes e da mesquinhez e estão concentrados no bem que estão a criar e em serem os melhores pais que puderem ser para Archie".
As declarações deste amigo próximo vão de encontro com um comunicado que Harry e Meghan divulgaram no site oficial em que parecem atacar a família real e a decisão da rainha Isabel II.
"Embora não exista nenhuma jurisdição sobre o uso da palavra 'Royal' no estrangeiro, o duque e a duquesa de Sussex não pretendem usar 'Sussex Royal' ou qualquer palavra semelhante em qualquer território, dentro ou fora do Reino Unido, quando a transição ocorrer na primavera de 2020", lê-se na nota.
A especialista na casa real Angela Levin classificou esta e outras declarações do comunicado como "rancorosa e petulante". "A rainha não queria ostracizar. Ela escreveu que os amava e queria que continuassem na família. Eles parecem não perceber isso e apenas olham para o lado sombrio, dando importância ao que perderam".
A proibição do uso da palavra 'Royal' está a custar aos bolsos do casal, que já tinha preparado uma série de produtos, entre t-shirts, livretos e outros artigos de marketing com a marca Sussex Royal.
Recorde-se que no acordo de transição, o casal tem de passar por um período de 12 meses sem trabalhar para outras instituições, o que quer dizer que só poderão rentabilizar a saída do palácio em abril de 2021, decisão esta que também foi duramente criticada por Harry e Meghan.