Foi uma noite de terror para todos os que se encontravam no salão do Washington Hilton na noite deste sábado, 25, para o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca. Contudo, uma das convidadas, em particular, viveu momentos de verdadeiro pânico. Falamos de Erika Kirk, viúva de Charlie Kirk, o ativista conservador de extrema-direita, aliado do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, que foi morto a tiro em setembro passado, enquanto discursava num evento numa universidade no estado do Utah.
Kirk, de 31 anos, ainda foi levado para o hospital, mas acabou por morrer dos ferimentos no pescoço consequentes de um único disparo. Por tudo isto, Erika como que reviveu na noite deste sábado, 25, a tragédia que lhe roubou o marido e lhe mudou a vida para sempre. Profundamente religiosa, esta mulher de de 36 anos partilhava com frequência momentos da sua vida familiar nas redes sociais, embora sempre com o cuidado de esconder os rostos dos filhos. Eram inúmeras as declarações de amor a Charlie, que conheceu em 2018 e com quem viria a casar em 2021.
Mas voltemos ao tiroteio do Washington Hilton. Erika, que estava entre os convidados, protegeu-se debaixo de uma das mesas e foi retirada do hotel quando o atirador foi detido pelos Serviços Secretos. Em pânico e sem conseguir controlar os nervos, a viúva de Charlie chorava copiosamente e tinha apenas um pedido: "Só quero ir para casa". Segundo o jornal 'The New York Times' Erika foi confortada por Kash Patel, diretor do FBI e conduzida para juntos dos seus filhos que a aguardavam em casa.