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Drama

Terror e pânico: Viúva de Charlie Kirk sai em lágrimas do jantar em Washington: "Só quero ir para casa"

Apenas sete meses depois do atentado que matou o marido, Erika revive o drama do tiroteio no Washington Hilton. Sem conseguir controlar-se, a mulher só pedia para a levarem para junto dos filhos.
Por Ana Cristina Esteveira | 26 de abril de 2026 às 20:27
Terror e pânico: Viúva de Charlie Kirk sai em lágrimas do jantar em Washington: "Só quero ir para casa"
Erika Kirk
Erika Kirk
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Erika Kirk

Foi uma noite de terror para todos os que se encontravam no salão do Washington Hilton na noite deste sábado, 25, para o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca. Contudo, uma das convidadas, em particular, viveu momentos de verdadeiro pânico. Falamos de Erika Kirk, viúva de Charlie Kirk, o ativista conservador de extrema-direita, aliado do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, que foi morto a tiro em setembro passado, enquanto discursava num evento numa universidade no estado do Utah.

Kirk, de 31 anos, ainda foi levado para o hospital, mas acabou por morrer dos ferimentos no pescoço consequentes de um único disparo. Por tudo isto, Erika como que reviveu na noite deste sábado, 25, a tragédia que lhe roubou o marido e lhe mudou a vida para sempre.  Profundamente religiosa, esta mulher de de 36 anos partilhava com frequência momentos da sua vida familiar nas redes sociais, embora sempre com o cuidado de esconder os rostos dos filhos. Eram inúmeras as declarações de amor a Charlie, que conheceu em 2018 e com quem viria a casar em 2021.

Mas voltemos ao tiroteio do Washington Hilton. Erika, que estava entre os convidados, protegeu-se debaixo de uma das mesas e foi retirada do hotel quando o atirador foi detido pelos Serviços Secretos. Em pânico e sem conseguir controlar os nervos, a viúva de Charlie chorava copiosamente e tinha apenas um pedido: "Só quero ir para casa". Segundo o jornal 'The New York Times' Erika foi confortada por Kash Patel, diretor do FBI e conduzida para juntos dos seus filhos que a aguardavam em casa. 

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