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José Castelo Branco foi formalmente acusado pelo Ministério Público de violência doméstica contra Betty Grafstein no início do mês de novembro.
Agora, o caso segue para a fase de instrução. Só que, de acordo com um especialista forense, o depoimento que Betty Grafstein prestou à unidade hospitalar e à GNR poderá não ter validade em tribunal... só que uma viagem a Portugal para Betty poder falar ao juiz estará fora de questão dada a saúde frágil da idosa de 96 anos.
"Estas declarações foram muito vagas o que foi prestado perante o juiz. A informação que foi prestada com mais detalhe foi à unidade hospitalar e à GNR. Para ser válido, vai ter que ser repetido em tribunal por parte da Betty. E será que ela tem condições de vir a Tribunal?", questionou Albino Gomes, consultor forense, no 'TVI Em Cima da Hora'.
O especialista afirmou ainda que a acusação não fez duas perícias importantes que poderiam jogar a seu favor.
"Fez-se alguma perícia da capacidade de testemunho? Não", disse Albino Lopes, explicando que Betty deveria ter sido transferida para um hospital público para uma perícia médico-legal na altura em que denunciou as agressões.
Além disso, o Ministério Público não realizou uma perícia psicológica a José Castelo Branco.
"Aqui dava uma leitura do perfil deste indivíduo. Há aqui pontas soltas com a ausência destas perícias. A fragilidade desta prova, vai ficar tudo pelo testemunho", declarou Albino Gomes.