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Drama

Marco Costa sofre acidente de mota e deixa desabafo sentido: "É bom estar vivo"

Depois do susto, o conhecido pasteleiro faz uma reflexão emotiva e revela que a história de um desconhecido mudou para sempre a sua forma de ver a vida.
Por FLASH! | 08 de julho de 2026 às 16:15
"É bom estar vivo": A história de um desconhecido mudou o pensamento de Marco Costa

Depois do susto vivido na passada segunda-feira, dia 6 de julho, Marco Costa voltou às redes sociais, no dia seguinte, para mostrar que o acidente de mota lhe deixou mais do que "um arranhão ou dois". A experiência levou-o a refletir sobre a fragilidade da vida e a perceber que tudo pode mudar de um momento para o outro. Para assinalar esse novo olhar sobre a vida, decidiu enfrentar um dos seus maiores desafios e saltar de paraquedas. No entanto, foi um encontro inesperado que acabou por tornar este dia verdadeiramente inesquecível.

Antes de subir para o avião, Marco Costa cruzou-se com um jovem que acabou por lhe contar uma história de vida marcante. Segundo revelou, o rapaz perdeu o melhor amigo por suicídio há cerca de um mês e, na sequência dessa tragédia, entrou em depressão. "Fiz bem em ter vindo saltar de paraquedas. Fiz mesmo bem. Estão a ver aquele rapaz ali? Nem sequer sei o nome dele, conheci-o agora. Está aqui há um mês em Portugal. Há um mês, o melhor amigo dele matou-se, ele entrou em depressão e decidiu vir para aqui viver o sonho de saltar de paraquedas. Não sei se dele ou do amigo. Explicou-me que vendeu tudo o que tinha, curou-se e veio para cá sem pensar. Disse-me: 'Não tenho trabalho, não tenho casa, não tenho nada, só tenho dinheiro na conta e estou a fazer aquilo que amo'", começou por relatar.

A conversa levou o empresário a olhar para o acidente com outros olhos. Apesar do susto e dos ferimentos sofridos, Marco Costa percebeu que tinha motivos para se sentir grato por ter escapado sem consequências mais graves e fez uma reflexão emotiva sobre a importância de valorizar a vida. "Isto pôs-me a pensar que, se calhar, ontem o dia não me correu tão mal. Bati, mas estou inteiro, estou saudável. Tive um arranhão, que não é nada. O telefone, encontrei-o. E, por isso, hoje posso estar aqui a conversar. Ontem, tinha tudo para ter corrido mal, espetei-me num carro de frente, estava de mota, de calções, sem luvas. Muita coisa poderia ter acontecido. Perdi o telefone, partiu-se todo, mas consegui comprar outro. A minha família está bem, estou bem, estou aqui. Às vezes, é preciso apanharmos uns sustos para percebermos o quão sortudos somos na vida que temos. Gratidão, mais uma vez. Vou saltar, vou viver. É bom estar vivo", concluiu.

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