Em seis anos, a cantora Micaela, que ficou célebre com o tema 'Chupa no Dedo', foi obrigada a entregar dois apartamentos à banca por falta de pagamento dos respetivos empréstimos.
De acordo com o site 'Vidas', artista perdeu, em 2015, a casa de família na urbanização Quinta de São Macário, na Costa de Caparica, em Almada, que tinha comprado com o segundo marido, Paulo Silva, e a penhora ficou "extinta por falta/insuficência de bens (pagamento parcial coercivo)". A habitação foi avaliada em cerca de 218 mil euros.
Também a dívida da casa que tinha comprado com o primeiro marido, Paulo Ventura, desencadeou uma ação de penhora, em 2009, e ainda não foi executada, mantendo-se a dívida inicial de 84 777,85 euros.
De acordo com o site 'Vidas', artista perdeu, em 2015, a casa de família na urbanização Quinta de São Macário, na Costa de Caparica, em Almada, que tinha comprado com o segundo marido, Paulo Silva, e a penhora ficou "extinta por falta/insuficência de bens (pagamento parcial coercivo)". A habitação foi avaliada em cerca de 218 mil euros.
José Orlando, agente e atual namorado da cantora, garante que nada está por pagar. "Nós pagamos todas as contas da Micaela, que felizmente está cheia de espetáculos", diz, assumindo que a agenciada "não tem nada a esconder" e que não será por dívidas ao Fisco ou à Segurança Social que os seus concertos não são anunciados.
Caso de difamaçãoA cantora foi condenada pelo Tribunal da Relação de Lisboa a pagar uma indemnização por difamação ao emigrante Carlos Quaresma, a quem chamou de "burlão", e que, com juros de mora, já ultrapassou os 25 mil euros.
Contas feitas, o valor total das dívidas da cantora são de 327,777 mil euros.
A cantora foi condenada pelo Tribunal da Relação de Lisboa a pagar uma indemnização por difamação ao emigrante Carlos Quaresma, a quem chamou de "burlão", e que, com juros de mora, já ultrapassou os 25 mil euros.
José Orlando garante que a sua agenciada recorreu desta decisão, apesar de o montante e a tipologia de crimes pelos quais Micaela foi condenada não permitirem recorrer para o Supremo.Leia toda a história na revista TV Guia, nas bancas.