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Drama

O apelo sofrido da sobrinha de Maria Amaral: "Não sei onde estás, se estás bem, se te estás a alimentar, se tens frio… Já não estou a aguentar esta angústia, esta dor"

A filha da atriz Delfina Cruz desapareceu sem deixar rasto. Nem sequer se sabe o que aconteceu à viatura da agente imobiliária. Já lá vão oito dias e a família desespera com a falta de notícias e novos dados.
Por FLASH! | 26 de janeiro de 2026 às 10:10
O apelo sofrido da sobrinha de Maria Amaral: "Não sei onde estás, se estás bem, se te estás a alimentar, se tens frio… Já não estou a aguentar esta angústia, esta dor"
Maria Amaral, sobrinha Mariana Ribeiro
 Maria Amaral
Maria Amaral
Maria Amaral, sobrinha Mariana Ribeiro
Maria Amaral
Maria Amaral
Maria Amaral
Maria Amaral
Maria Amaral
Maria Amaral, sobrinha Mariana Ribeiro
 Maria Amaral
Maria Amaral
Maria Amaral, sobrinha Mariana Ribeiro
Maria Amaral
Maria Amaral
Maria Amaral
Maria Amaral
Maria Amaral

Completam-se esta segunda-feira, 26, oito dias sem se saber o que aconteceu a Maria Custódia Amaral. A família desespera com a falta de notícias e sem qualquer pista que possa a desvendar o imenso mistério que envolve o desaparecimento da filha da falecida atriz Delfina Cruz.

Mariana Ribeiro, a sobrinha da agente imobiliária desaparecida, voltou às redes sociais para mais um apelo desesperado e que reflete bem o quanto os amigos e familiares estão a sofrer: "Não sei de ti. Não sei onde estás, se estás bem, se te estás a alimentar, se tens frio… Esta incerteza está a consumir-me. Já não estou a aguentar esta angústia, esta dor, esta saudade que me aperta o peito todos os dias", escreve a jovem neste novo pedido de ajuda.

"Estás-me a fazer tanta falta… falta de te ligar, de ouvir a tua voz, de falar contigo, de desabafar como sempre fiz. Há dias em que tudo pesa mais porque tu não estás aqui. Sabes que não és só uma tia", continua Mariana para acrescentar de seguida: "És também uma mãe, uma conselheira, um abrigo. Tenho saudades de tudo… de ti, de tudo o que és, de tudo o que representas na minha vida. Esta dor não me está só a matar por dentro… está-me a devorar, pedaço por pedaço, todos os dias."

E implora: "Se alguém estiver a ver isto e souber de alguma coisa, por favor, fale. Se a viste, se ouviste algo, se sabes onde ela está — mesmo que pareça pouco — ajuda-nos. E se, por algum motivo, alguém te fez mal ou te está a impedir de voltar, peço com toda a força do meu coração: faça o que é certo. Ainda é possível dar a volta a esta situação e trazê-la de volta para junto de nós. O silêncio também tem consequências. Se foi um acidente, se alguém te ajudou, se estás em algum lugar sem conseguir comunicar… por favor, dá-nos um sinal. Estamos à tua espera."

E termina com um pedido de partilha: "Não vou parar. Não vou parar de te procurar. Não vou parar de falar de ti. Não vou parar de publicar, de chamar por ti, de acreditar. Eu só quero que voltes. Volta rápido para os meus braços, tia/mãe. A tua falta está a doer demais, e o meu coração só te quer de volta. Partilhem por favor."


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