Sara Barradas quebrou o silêncio no 'Alta Definição' sobre o período em que a mãe esteve detida. Em conversa com Daniel Oliveira, a atriz recordou os anos em que foi a "tábua de salvação" da família e confessou: "Não tenho vergonha".
Horas antes de a menina ser encontrada sozinha na rua, a mãe já tinha avisado a CPCJ de que não queria ficar com a filha e que a iria abandonar. Pouco depois, a criança de três anos acabou mesmo por ser deixada na via pública.
Quase quatro anos após a trágico acidente que vitimou Claudisabel, a mãe da cantora, Raquel Madeira, faz um desabafo desesperado sobre a solidão e ataca a decisão da justiça.
O músico Jonathan Meléndez, a mulher grávida e a filha de três anos foram executados na própria casa por um sócio do artista. Apenas o filho de seis anos sobreviveu ao massacre que está a chocar o mundo da música.
O sócio da discoteca Lust in Rio Paulo Gonçalves foi encontrado sem vida no interior da sua casa. Uma morte que causou consternação na noite de Lisboa, entre celebridades e os muitos amigos. Em exclusivo, a FLASH! revela aqui uma das últimas vontades do empresário que apanhou de surpresa os mais próximos.
Amigos começam a revelar detalhes sobre os últimos tempos do empresário da noite, que poderão ajudar a perceber o que esteve por trás deste trágico desfecho.
A semana fica marcada por uma partida inesperada na noite lisboeta: Paulo Gonçalves, sócio da discoteca Lust in Rio, foi encontrado morto no interior de sua casa, com um tiro na cabeça. Amigo de várias celebridades e com um percurso construído a pulso na noite da capital, empresário deixou, sabe a FLASH!, uma carta a explicar as suas "razões". Em comunicado, discoteca fala em "circunstâncias de natureza profundamente pessoal e íntima, associadas a uma dor silenciosa".
Um dos rostos mais conhecidos da noite lisboeta morreu esta madrugada. Paulo Gonçalves, empresário foi encontrado morto com um tiro na cabeça. Tinha 49 anos.
Durante três anos, Patrick Clancy foi sobretudo conhecido como o pai que regressou a casa e encontrou os três filhos mortos. Agora, enquanto prossegue o julgamento de Lindsay Clancy, as atenções viram-se (também) para ele. A cronologia daquela tarde e, sobretudo, a forma como refez a vida depois da tragédia estão a alimentar perguntas e teorias nas redes sociais.
Quinze anos depois do brutal assassinato do cronista social às mãos de Renato Seabra, o caso continua a regressar à esfera mediática na tentativa de perceber o que aconteceu para motivar o crime bárbaro. Entre o que se sabe e o que se especula, para o psicólogo Quintino Aires uma coisa é certa: o modelo não foi iludido, sabia o que estava a fazer e não deve ser desculpabilizado. "Há um julgamento moral em que o Renato em sociedade é mais visto como a vítima do que como o criminoso", diz à FLASH!.