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Deixou uma carta de despedida. A trágica morte de Paulo Gonçalves, o patrão da noite, amigo de celebridades que dedicou a vida à diversão dos outros

Deixou uma carta de despedida. A trágica morte de Paulo Gonçalves, o patrão da noite, amigo de celebridades que dedicou a vida à diversão dos outros

A semana fica marcada por uma partida inesperada na noite lisboeta: Paulo Gonçalves, sócio da discoteca Lust in Rio, foi encontrado morto no interior de sua casa, com um tiro na cabeça. Amigo de várias celebridades e com um percurso construído a pulso na noite da capital, empresário deixou, sabe a FLASH!, uma carta a explicar as suas "razões". Em comunicado, discoteca fala em "circunstâncias de natureza profundamente pessoal e íntima, associadas a uma dor silenciosa".
Os olhos do mundo viram-se para o pai que encontrou os três filhos mortos! Conheça as teorias que estão a agitar o caso Lindsay

Os olhos do mundo viram-se para o pai que encontrou os três filhos mortos! Conheça as teorias que estão a agitar o caso Lindsay

Durante três anos, Patrick Clancy foi sobretudo conhecido como o pai que regressou a casa e encontrou os três filhos mortos. Agora, enquanto prossegue o julgamento de Lindsay Clancy, as atenções viram-se (também) para ele. A cronologia daquela tarde e, sobretudo, a forma como refez a vida depois da tragédia estão a alimentar perguntas e teorias nas redes sociais.
"É de uma injustiça brutal para com o Carlos Castro dizer-se que o Renato Seabra foi iludido pelo papão": Quintino Aires analisa relação que terminou em tragédia

"É de uma injustiça brutal para com o Carlos Castro dizer-se que o Renato Seabra foi iludido pelo papão": Quintino Aires analisa relação que terminou em tragédia

Quinze anos depois do brutal assassinato do cronista social às mãos de Renato Seabra, o caso continua a regressar à esfera mediática na tentativa de perceber o que aconteceu para motivar o crime bárbaro. Entre o que se sabe e o que se especula, para o psicólogo Quintino Aires uma coisa é certa: o modelo não foi iludido, sabia o que estava a fazer e não deve ser desculpabilizado. "Há um julgamento moral em que o Renato em sociedade é mais visto como a vítima do que como o criminoso", diz à FLASH!.

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