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Os desabafos de Pipoca Mais Doce: "As rejeições são como as gripes, só se curam com o tempo"

Separada de Ricardo Martins Pereira, Ana Garcia Martins usa as redes sociais para falar de "relações" e "rejeições".
13 de abril de 2021 às 14:09
A Pipoca Mais Doce mostra a vida depois da separação
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
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A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, Ana Garcia Martins
A Pipoca Mais Doce, nome artístico de Ana Garcia Martins, atravessa uma fase difícil. Atravessa uma depressão motivada pela separação de Ricardo Martins Pereira, com quem estava casada há 11 anos, no início de janeiro e também pelo excesso de trabalho e exposição pública. Afastou-se umas semanas do mundo televisivo e das redes sociais para recuperar da "fase menos boa".

"Ela adora-o. Não estava nada à espera que o seu casamento se desmoronasse assim, de um momento para o outro. Está muito triste, ferida", contou uma fonte próxima da bloguer à TV Guia, referindo-se ao fim do casamento com Ricardo.

Pipoca Mais Doce esteve à conversa com os fãs e falou de relações e "rejeições" e de como faria "alguém" voltar para si. "As rejeições são como as gripes. Por mais merd*s que a gente invente, só se curam mesmo com o tempo. O resto são só coisas que vamos fazendo para ir tentando esquecer", referiu Ana Garcia Martins, em resposta a uma seguidora.

A uma outra internauta, refere que acredita que "as relações passam muito" por uma "constante adaptação ao outro" mas que nunca conseguiria mudar ao ponto de perder a identidade. "Não necessariamente mudanças, mas cedências que tornam a convivência mais fácil. Não sei se conseguiria mudar radicalmente tudo aquilo que sou, porque acho que passaria a ser outra pessoa", acrescenta. "Há momentos em que é preciso desligar", aconselha Pipoca.

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