Depois de um longo período de recolhimento que a manteve afastada dos grandes eventos da coroa, a princesa de Gales, Kate Middleton, protagonizou um reaparecimento que superou todas as expetativas. No passado dia 17 de junho, a mulher do príncipe William roubou todas as atenções ao surgir no prestigiado Royal Ascot com uma escolha de guarda-roupa audaz, sofisticada e carregada de simbolismo, provando que continua a ser o ícone máximo de estilo da realeza europeia.
A escolha de Kate Middleton para este dia especial foi um deslumbrante vestido amarelo vivo, assinado pela marca Roksanda, que gerou um enorme alvoroço e rasgados elogios. A peça em seda, caracterizada pelo cair fluido que desenha uma silhueta elegante – nem demasiado justa, nem demasiado larga –, destaca-se ainda por um detalhe romântico de um laço junto ao decote e uma saia que cria um efeito de movimento único a cada passo.
Esta não é, contudo, uma estreia no guarda-roupa da princesa. Fiel à sua política de sustentabilidade na moda, Kate já tinha usado este mesmo modelo em 2022, durante a sua visita oficial à Jamaica. Para completar o coordenado, a nora do rei Carlos III utilizou um chapéu de aba larga no mesmo tom vibrante, adornado com um véu delicado em renda que lhe cobria parcialmente o rosto, conferindo-lhe um ar de absoluto mistério e distinção.
Para além do vestido impactante, a princesa de Gales elevou o visual através de joias com uma forte carga emocional. No pulso, exibiu uma clássica pulseira de pérolas, mas foram os brincos escolhidos que captaram a atenção dos especialistas em realeza: um par de peças em diamantes que pertenceu à falecida princesa Diana, a eterna sogra que Kate fez questão de recordar neste regresso aos palcos da alta sociedade britânica.
Especialistas em psicologia da cor apressaram-se a analisar a escolha estilística da princesa. Longe de ser um mero acaso, o amarelo vibrante é o tom que melhor representa o otimismo, a energia e a alegria.