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Depois do sofrimento e da doença, filhas de Júlia Pinheiro recuperadas e felizes

Ambas sofreram de anorexia nervosa tendo chegado a situações bem complicadas que provocaram grande sofrimento familiar. Hoje, tanto Matilde como Carolina conseguiram ultrapassar a doença e são jovens cheias de sonhos e projetos para o futuro.
22 de fevereiro de 2019 às 22:17
A felicidade voltou em pleno ao seio da família de Júlia Pinheiro e Rui Pêgo, especialmente porque as gémeas, Matilde e Carolina, de 30 anos, já ultrapassaram a doença que durante mais de uma década provocou tanto sofrimento: anorexia nervosa. 

Ambas são hoje jovens felizes e realizadas, como se pode ver na imagem que a apresentadora da SIC partilhou na sua página de Instagram. Na fotografia-se vê-se o marido, Rui Pêgo, e as duas filhas que se encontravam entre a assistência de a 'Conversa do Avesso', na qual Júlia participou.

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Rui Pêgo e as filhas, Matilde e Carolina
Contudo, a conhecida apresentadora da estação de Carnaxide nunca esquecerá a fase mais difícil da sua vida: "Chorei muito agarrada ao meu marido", assumiu em entrevista ao 'Alta Definição', da SIC. 

Depois de Carolina ter sido internada no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, Júlia Pinheiro acabou por assumir publicamente o drama familiar. "A minha capacidade de me estender emocionalmente enquanto mãe foi levada ao limite. (...) São anos de um turbilhão absurdo, de não saberes o que encontras quando chegas a casa", revelou sem pruridos. 

"Vais para a frente das câmaras a rir e a brincar e não te apetece nada rir nem brincar. E trazes mágoa, trazes uma espécie de um vazio, que tem a ver com o facto de alguém que tu amas muito estar a sofrer. Não há dor pior do que a dor de um filho. É aquela que nos mina, que nos corrói", confessou durante a conversa com Daniel Oliveira.
"Hoje, espero eu, sou uma mãe melhor e sobretudo uma pessoa muitíssimo mais compreensiva e tolerante. Mas muito cansada. (…) É uma década da tua vida em que não estás inteiro. E dói. Fica-se cansado, fica-se desgastado, fica-se com pouca paciência. (…) O filho que nós conhecemos até àquele momento desapareceu; vem outro. E temos de amar esse filho novo, esse filho que foi transformado pela dor. Custa muito. A personalidade que fica depois é outra. E tu tens de amá-la também. Tens de aprender a amar esse outro filho, que foi tocado por isto. E amas, incondicionalmente. Mais, se possível" disse emocionada.

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manuel silva 24.02.2019

E o PANELEIR...O do filho?

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