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Natal 2021 Black Friday

Alerta Black Friday! O que deve fazer para não cair em falsas promoções

A Black Friday é já esta sexta-feira! Antes de aproveitar os irresistíveis descontos, conheça algumas regras que deve ter em atenção para não se deixar levar pelos falsos descontos.
Por Sara Alves Silva | 25 de novembro de 2021 às 15:38
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mulher às compras Foto: istock
O fenómeno da "Black Friday" teve origem nos Estados Unidos e realiza-se na última sexta-feira do mês de novembro. Este é conhecido como um momento promocional, que vive do investimento da publicidade das marcas e, evidentemente, do consumo!

Com o passar do tempo, este conceito espalhou-se para mais países e acabou até por ser alargado, deixando de ser apenas um dia. Muitas lojas optam por fazer promoções durante o mês todo de novembro.

Mas o que realmente importa nesta altura de descontos é não cair em tentação e ser enganado nas promoções. A maior organização de defesa ao consumidor portuguesa , a Deco Proteste, revelou alguns métodos para evitar cair em "armadilhas" na Black Friday.

Segundo o jurista desta organização, Tito Rodrigues, contatada pela FLASH!, as principais armadilhas da Black Friday é o próprio ser humano, "A principal armadilha prende-se com a própria natureza do ser humano e a forma como o nosso subconsciente interpreta determinados gatilhos mentais, como o termo "promoções", a "escassez" dos produtos e o "tempo limitado" para aproveitar um determinado desconto."

Sendo assim, estamos perante uma situação que tem de partir das pessoas. Cada pessoa deve ser responsável por comprar bem e da maneira mais segura possível, especialmente em compras online. 

Para isso, segundo a última edição da revista da Deco Proteste, deve:

→Desconfiar dos preços baratos: Uma coisa são promoções, saldos ou outras campanhas que anuncie uma febre de preços. Outra coisa é passar da febre ao delírio de acreditar que uma Playstation 5 possa estar a 100€.

→ Duvidar das promoções: Se colocar um produto à venda por 60€ e escrever ao lado 75€ com um risco por cima a dizer "promoção" vai parecer que é um fantástico desconto de 20%, mas afinal não passou de uma falsa promoção. 

Devolver o produto se já não o quer: Sim, há vantagens em ler os termos e condições da loja online onde vai fazer a sua compra. É uma questão de segurança ter conhecimento de quando devolver os artigos que compra, o prazo máximo é de 14 dias, e existem vendedores que alargam ainda mais o prazo. Mas acima de tudo não permita que nenhum site lhe diga que não aceita devoluções (exceção da roupa interior) a lei da devolução está presente até na época de promoções.

→ Criar apenas um e-mail para as compras: Recomenda-se que tenha um e-mail apenas para as compras online, isto porque é provável que passe a receber e-mails com promoções, a chegada de novos produtos e muitas outras novidades. Isto evita que misture os e-mails do trabalho com as promoções da sua loja preferida.

→ Saber que artigos personalizáveis não se trocam: Se a loja fabricou um produto só para si, ao seu gosto e com as suas medidas, não é justo que receba de volta pois teria de vender o produto a uma pessoa com as suas medidas e os mesmos gostos.

→ Evitar dar dados bancários a qualquer um: Os sites que começam em por https e que têm um símbolo de um pequeno cadeado são, normalmente confiáveis e seguras. Mas desconfie sempre não espalhe o número do seu cartão de crédito, opte por pagamentos via multibanco, MB Way ou cartões virtuais. 

→Se há um código, deve aproveitar a promoção: Durante a procura de artigos procure também por códigos promocionais, que podem dar acesso a descontos, campanhas ou até a portes grátis.

Neste caso os comparadores de preços são a melhor solução, estes dão lhe todas as informações para que o consumidor veja a evolução do preço daquele produto naquela loja e assim verifica se há alguma manipulação dos preços. 

Com estes utensílios e várias campanhas as situações de ilegalidade nesta altura têm vindo a diminuir e são cada vez mais raros os momentos de manipulação de preços. "Há, bons descontos nesta altura, como existem noutras alturas do ano. O importante é que o consumidor se prepare para este momento, use o nosso comparador de preços e evite compras por impulso" explicou o jurista Tito Rodrigues à FLASH!.

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