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Foram revelados os resultados do teste de ADN feito pela jovem que acredita ser Madeleine McCann, a menina inglesa de três anos que desapareceu durante as férias com os pais na Praia da Luz, no Algarve.
Julia Wandelt, de 21 anos, criou, contra o entendimento dos pais, uma conta nas redes sociais sob o nome "iammadeleinemccann", ou "Eu sou a Madeleine McCann" em português, e nela partilhou fotografias da sua infância que, a seu ver, provavam as suas semelhanças com Maddie.
Contudo, as suas ambições esbarraram nas informações agora avançadas: ainda que seja inconclusivo por carecer do ADN dos progenitores, o teste indica que Julia Wendell é, efetivamente, oriunda da Polónia, e portanto não é Maddie McCann.
"Ela é absolutamente 100% da Polónia. Ela é uma pequena percentagem lituana e russa, mas os resultados do teste mostram que é polaca", afirmou Fia Johansson, investigadora privada e cuidadora da jovem nos Estados Unidos, de acordo com a ‘Radar Online’.
Contudo, Johansson alega que não se tratou de uma manobra para alcançar o mediatismo: "A história é muito mais complicada do que uma rapariga simples de um local modesto na Polónia a chamar à atenção. Ela acreditou mesmo no que dizia, e com tantas questões acerca da sua infância, é fácil compreender o porquê das suas declarações", frisou.
A mesma fonte já havia revelado que Julia Wandelt sofre de uma doença cerebral rara, causada por uma fratura que apagou uma parte considerável das suas memórias de infância, e que pretende regressar à Polónia para começar o seu tratamento.