Numa altura em que o país escolhe o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente dos afetos despede-se de um cargo que carrega anos de um peso emocional grande, que o desgastou a todos os níveis. Desde o polémico caso das gémeas luso-brasileiras, que levou ao corte de relações com o filho Nuno, que o chefe de Estado tem perdido exuberância, contando os dias para deixar Belém. "A mágoa está na cara dele em permanência", admite o amigo Pedro Santana Lopes.
Das reflexões mais complexas, às dores de alma, passando pelos grandes amores surgiu 'Talvez Um Dia', o novo livro de Helena Sacadura Cabral, que transpõe para o papel os desafios de uma vida cheia, que sempre aceitou com coragem e resiliência. Aos 91 anos, a mãe de Paulo Portas não nega as suas cicatrizes, afirmando que foram estas que a tornaram quem é hoje: uma mulher forte, que não vira a cara a desafios e a um bom livro. Depois deste, há mais histórias a caminho.
Ultimamente, a mulher de Emmanuel Macron só faz manchetes pelos piores motivos. O vídeo polémico em que surge a insultar feministas após um protesto é apenas mais uma das controvérsias...
2025 foi o ano em que Marlene Vieira viu o seu talento consagrado a nível inrternacional: começou com uma Estrela Michelin e termina com a distinção de melhor chef da Europa, num percurso que tem trilhado com consistência e sucesso, lembrando à jovem Marlene que aos 12 anos já trabalhava em restaurantes nas férias e acabaria irremediavelmente apaixonada pela cozinha.
Em julho, disseram 'cobras e lagartos' um do outro e trocaram as piores acusações. Alguns meses volvidos, o 'namoro' foi reatado e confirmado num momento de cerimónia. Elon Musk esteve ao lado de Cristiano Ronaldo no jantar da Casa Branca, recuperou a sua fortuna e o estatuto junto do presidente norte-americano. Como eles fizeram as pazes, unidos numa situação limite.
Antiga deputada partiu aos 56 anos na sua fase mais vulnerável, levantando questões sobre saúde mental e fragilidade. Nas cerimónias fúnebres, que aconteceram esta quinta-feira, dia 21, muitos foram os que se uniram num abraço coletivo para celebrar 'Tegui', uma mulher que deixou marca, e de alguma forma chorarem por não terem conseguido evitar a tragédia. O filho era o rosto da dor e foi confortado por um mundo inteiro da política, que mostrou que o percurso de Teresa Caeiro não será esquecido, que era eclético e universal. No CDS, de onde partiu desencantada, não houve lugar para mágoas, só para a uma renovada união...