José António dos Santos decidiu vender toda a sua participação da SAD do Benfica ao grupo de Francesca Leiweke Bodie, de 40 anos, uma figura de referência na área das grandes arenas e recintos desportivos dos EUA.
António José Seguro avisou que a mulher preferia manter-se na sombra, trabalhando a tempo inteiro nos negócios de família, mas o cargo de primeira-dama parece-lhe quase inato, com Margarida Maldonado Freitas a brilhar com elegância e naturalidade. Apesar das reticências, a Presidência já conquistou a farmacêutica, que até já mostrou estar 'taco a taco' com Letizia.
D. José Tolentino Mendonça continua a somar influência no Vaticano. O Papa Leão XIV acaba de nomear o cardeal português para o Dicastério para a Comunicação.
António José Seguro já manda no Palácio de Belém e esta segunda-feira, dia 9, o da tomada de posse, levou a família para conhecerem os cantos à casa. Todos os portugueses o viram a subir a rampa com a mulher Margarida e os filhos e logo ficaram curiosos sobre quem eles são. A The Mag, by Flash! dá uma ajudinha para vos matar as curiosidade e traz novidades.
Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
Há três características que sobressaem na personalidade da mulher do novo Presidente da República: "A franqueza. A simplicidade absoluta. A força…". Além disso, "não dá nada de mão-beijada. Os seus sorrisos não são de circunstância. Detesta a obrigação de parecer bem." Quem o diz é o escritor Luís Osório.