António José Seguro já manda no Palácio de Belém e esta segunda-feira, dia 9, o da tomada de posse, levou a família para conhecerem os cantos à casa. Todos os portugueses o viram a subir a rampa com a mulher Margarida e os filhos e logo ficaram curiosos sobre quem eles são. A The Mag, by Flash! dá uma ajudinha para vos matar as curiosidade e traz novidades.
Há dois anos, Paula Amorim e Miguel Guedes de Sousa viram o seu primeiro hotel, no coração de Lisboa, ser consumido pelas chamas a poucas semanas da inauguração, com o sonho destruído e milhões em jogo. No último fim de semana, foi a vez de a herdeira da Zara, Sandra Ortega, ver o seu espaço novinho em folha, em Troia, pegar fogo de forma inexplicável. A polícia deita mãos ao caso e investiga o que se passa, num ano em que toda a zona da Comporta passa por uma fase de grandes mudanças e investimentos.
Antigo funcionário da família revela que princesas mantêm relação tensa, marcada por uma disputa de poder e que Alberto II nada faz para conter o mal-estar. Guerra intensificou-se após o nascimento dos príncipes Jacques e Gabriella e tem assumido contornos cada vez mais severos, ao ponto de se tornar insustentável.
Comprometido com o desafio político, novo Presidente da República estabelece, no entanto, fronteiras claras entre a vida pessoal e profissional e inaugura um novo ciclo em Belém. O Palácio será, agora, uma habitação fantasma, enquanto Seguro move o centro da ação para as Caldas da Rainha, com custos para a segurança. Entre o lar, que se mantém o grande porto de abrigo, o Chefe de Estado tem ainda dois refúgios de família que prometem protegê-lo de eventuais terramotos políticos e fazer com que a vida, na sua essência, seja a mesma de sempre.
O casal, que está de parabéns, anunciou, com a ajuda do herdeiro, a grande e feliz novidade nas redes sociais. Veja as ternurentas imagens e a barriguinha já proeminente da atriz
O internacional português vive hoje uma vida milionária, mas não esquece as dificuldades de um passado ainda recente. As confidências feitas a Cândido Costa.
O ex-líder do CDS/PP, Francisco Rodrigues dos Santos, revisita derrotas, confronta divisões internas e fala sobre a transformação pessoal e política que o afastou de rótulos. Entre vitórias silenciosas, aprendizagens com fracassos e o ajuste de contas com o passado, garante que nunca abandonou a base humanista que sempre o guiou: humanismo, dignidade e defesa dos mais vulneráveis permanecem como sua bússola.
Numa altura em que se assinalou o primeiro aniversário da morte de Pinto da Costa, a família do portista continua em guerra aberta, mas a viúva, Cláudia, como que renasceu: deixou o trabalho no banco, vive na casa que era de Pinto da Costa, com direito a pensão vitalícia, e inicia uma nova vida, sempre de costas voltadas com o enteado Alexandre. Na missa de homenagem, cada um estava para seu lado.