Espaço de democratização social, local de tertúlias e debates políticos e intelectuais, as icónicas paredes do Galeto, inalteradas desde a inauguração em 1966, teriam muitas histórias para contar, se falassem. Ali ouviram desabafos, confissões e gritos de políticos, histórias de amores e desamores, viram figuras públicas e anónimas atiradas para os braços de Baco... Mas continua a ser o local de culto para jantar fora de horas na capital.