Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
Pedro Pichardo foi preparado para sair de Paris com a medalha de ouro, mas por dois centímetros trouxe a de prata. Não bateu o título de Nelson Évora, o seu rival no salto em comprimento.
Foi o filho que recebeu um convite para fazer televisão, e não o marchand que se tornou popular graças à sua participação na 'Quinta das Celebridades' e programas que se seguiram. Castelo Branco diz que sempre pagou as suas contas... mas agora, longe da companheira e abandonado pelas televisões, como planeia Castelo Branco sobreviver? Ele jé tem uma ideia...
A apresentadora da TVI deveria sentar-se esta manhã frente aos representantes da SIC para tentar resolver o diferendo que a opõe ao canal de Pinto de Balsemão. Apesar dos muitos milhões que estão em jogo, ela optou por viajar e não comparecer.
A supreendente separação entre a cantora colombiana e o futebolista catalão tem feito correr tinta pelo mundo fora, mas a verdade é que talvez nem tudo seja o que pareça.
O psicólogo, agora comentador na CMTV, deixou o seu ponto de vista sobre o diferendo que opõe a jornalista à estação de Queluz de Baixo, à qual deixou muitas críticas.