Daniel Gregório quebra silêncio após semanas de afastamento, reacendendo a atenção mediática em torno da polémica separação de Liliana Filipa, na sequência das alegações de traição.
Entre nomes como Dior, Cartier ou Gucci, há um rosto português que tem sido o grande responsável pelo maior cosmopolitismo da Avenida da Liberdade, que se engrandece perante os gigantes da Europa. Assume que investir num país com uma "carga fiscal gigantesca, quase insuperável" não é fácil, mas que o coração pesa sempre para o lado luso, onde admite haver ainda muitas oportunidades, sendo que as mais a encantam são no segmento do luxo. "Há imensas oportunidades em Portugal, mas não há espaço em Portugal para um turismo de massas, Portugal deve ser preservado e um turismo de massa não penso que seja o melhor para o País."
Quem diria que seriam os paparazzi a marcar o ano e a revelar traições algumas com repercussões até mundiais. Para o CEO da Astronomer e a diretora de recursos humanos da mesma empresa, o concerto dos Coldplay seria provavelmente apenas um escape à vida de todos os dias, até se ter tornado viral. Numa dimensão a uma escala bem menor, a influenciadora Liliana Filipa vivenciou o verdadeiro 'Big Brother' - do qual já participara - mas na vida real, que levou ao fim da relação.
O eterno patrão do Grupo Impresa morreu em outubro, aos 88 anos, deixando os cinco filhos a braços com a realidade difícil da empresa, que enfrenta grandes desafios. Com o acordo com os italianos, a fusão com a família de Silvio Berlusconi promete mudar tudo, mas Francisco Pedro, o caçula que tomou as rédeas do negócio do clã, mostra-se sem medos, afirmando que tudo fará para honrar a memória do seu pai. Perante a cola que agora falta à família, Tita, a última mulher de Balsemão, honra o estatuto de rainha-mãe.
A empresária nasceu no seio de uma das famílias mais poderosas do Estado Novo e entrou em rota de colisão com o irmão, Pedro Queiroz Pereira, e com a mãe, Maud. Estava agora acusada pelo Ministério Público de fraude fiscal qualificada e acabou ilibada.
O empresário foi acusado de desviar 250 mil euros de Carolina Patrocínio e Tiago Teotónio Pereira, mas já estará novamente a trabalhar numa agência de famosos.
Francês, que obteve cidadania portuguesa em 2021, investiu mais de 1,3 mil milhões de euros no nosso país em projetos em Lisboa, mas sobretudo na Comporta, primeiro ao lado de Paula Amorim e depois a solo. Morreu aos 78 anos, deixando o seu império milionário nas mãos do filho, Alexandre.
O empresário foi acusado de desviar 250 mil euros de Carolina Patrocínio e Tiago Teotónio Pereira na agência de Inês Mendes da Silva. Agora, e depois de já ter servido à mesa, o seu primo Zé Maria, filho do seu tio, Pedro Santana Lopes, deu-lhe emprego na sua agência.