Voltar onde já se foi feliz pode ser um erro e os últimos meses do craque português são a prova disso. Confiante num futuro promissor e infeliz em Itália, voltou a Manchester, mas Inglaterra parece ser um país assombrado para CR7. Em 2005 perdeu o pai em Londres e agora confronta-se com a pior dor, a morte de um filho. Unem-se as forças para a despedida de forçada, num funeral inimaginável. A recém-nascida enche o clã Aveiro de esperança, num momento de luto que pode mudar o rumo da vida de Ronaldo.
Para além de ter recusado um convite da apresentadora da TVI, por não estar "interessado em contribuir para telenovelas", o médico intensivista é o homem de quem o país inteiro fala por ser um dos rostos da luta contra a pandemia.
Além do contrato já assinado com a britânica AstraZeneca, que garante os primeiras 6,9 milhões de doses ao país, a nível europeu há negociações em curso com outras cinco vacinas que estão ainda em fase de testes.